Meu coração leviano postou-se em minha frente, retorcendo as mãozinhas, como é de seu costume. Não disse nada, e nem precisava: sua aparência era horrível. Parecia que tinha levado uma surra: exibia cortes, hematomas e velhas cicatrizes abertas. Estava nitidamente triste, derrotado, exausto. Era óbvio que queria voltar aqui pra dentro depois de tanto tempo andando e voando por aí, exibindo-se para o mundo e causando-me os maiores transtornos.
Sem dizer palavra, permiti que ele voltasse. Está tentando dormir agora. Falem baixo, por favor.