Provocação
Trabalho em Higienópolis, tradicional bairro judaico de São Paulo. Saindo para o almoço hoje, vi um casal com bebê no colo descer de uma Saveiro. O que me chamou a atenção foi o adesivo na traseira do carro, que dizia:
Com meu parco conhecimento do idioma alemão, traduzi a frase como “Um povo, uma nação, um Führer”. O “88″, pesquisei agora, é uma tradicional saudação nazista. Como o h é a oitava letra do alfabeto, o número corresponde à abreviação da saudação Heil, Hitler!
Cadê o Henry Sobel quando mais precisamos dele?




Mas sempre aparece um idiota incapaz de detectar ironias, Marco. Veja a Lia, logo ali em cima.
Você pode perder seu tempo explicando o óbvio pra esses imbecis ou aprender a rir.
Precisamos prestar mais atenção a essa raça de pederastas, ignorantes e incapazes que se denominam nazistas e coisas do gênero. É um movimento que existe e que tem feito muito coisa ruim e o Brasil não precisa de mais porcaria e desgraça do que a que já temos por aqui. Cataram uma turma dessas aqui em Curitiba e agora os caras estão fazendo a alegria dos presos de Piraquara, mas vale lembrar que nem todos foram pegos e os que restaram são bem saídinhos e não tem pena de incendiar um mendigo dormindo no banco da praça. Fiquemos alertas quanto a tal “raça ariana”, pois aqui isso é impossível de existir, imagina separar nosso povo por cor ou credo? O cara fica louco antes de começar a classificação. Fora a intolerância, fora a ignorância! Somos um país feliz, apesar dos muitos problemas, mas que com certeza iremos resolver, pois somos um povo lutador e sempre vencemos nossas batalhas. Viva a diversidade! Viva o Brasil!
Bom, justo e generoso é Javé, em sua infinita misericóridia. Louvado seja!
Que um dia o Brasil seja um país de primeiro mundo e deixe países como Dinamarca, Noruega e Finlândia no chinelo.
É! Viva a diversidade! Morte a “essa raça de pederastas” malditos! Diversidade agora, senão é porrada na cara!
“mulatos” mais escuros q vc?!
como assim?
tsc. tsc..
hehehe, mto divertido este blog!
Fazia tempo q eu não entrava aqui!
O engraçado é imaginar que, se a Alemanha tivesse ganhado a segunda guerra – e Hitler se dignasse em se interessar pelo Brasil -, esse casal estaria entre os primeiros a ser jogado em um campo de trabalho qualquer.