Dancing QueensÉ melhor não dizer certas coisas na mesa do bar. Coisas que soem como papo de bêbado, principalmente. Por isso eu preciso reafirmar o que disse sábado à noite para o Polzonoff: Cara, gosto muito de você.
Fomos apresentados há algumas semanas, mas é como se nos conhecêssemos há anos. Sei que isso é clichê pra caralho, mas foda-se: É verdade. Paulo Polzonoff é meu amigo de infância. É um cara correto, de convívio agradável, engraçado, bondoso. Não tem pudores ridículos de dizer o que sente, de falar para quem quiser ouvir que é apaixonado pela namorada.
Polzonoff aprecia trocadilhos infames (como o do título deste post), desde que proferidos por ele. E é impiedoso com quem quer que ouse fazer trocadilhos infames em sua presença.
Polzonoff sabe que a vida é curta, e que as pessoas precisam saber o quanto gostamos delas antes que seja tarde.
Cara, na boa, eu te amo. Dê cá um beijinho!

Ah, a legenda da foto: Paulo Polzonoff e Marco Aurélio preparam-se para cantar ‘Dancing Queen’ num karaokê em Curitiba.
É sério.