Deu um trabalho desgraçado fazer todos os ajustes deste blog, mas agora estou feliz. Esse WordPress é o cão mesmo, como me garantiram Jaime e Polzonoff. O bicho tem um monte de plugins, widgets e não sei que mais. Agora mesmo botei ali do lado o link para uma página com os posts mais populares da história do blog. Logo abaixo de cada post, uma lista com textos mais ou menos relacionados.
Coisa besta, mas veja como o blog fica bonito, cheio de estatísticas e tal…
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Marco Aurélio Gois dos Santos | 17/05/2007 | 01:29 |
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Já reparou no comportamento dos figurantes de filmes, principalmente de fitas nacionais até os anos 80? É difícil imaginar pessoas fazendo papel mais ridículo. Acho que o diretor enfatiza demais a instrução de não olhar para a câmera. Então, quando entram em cena, os extras vão olhando duro para a frente, sem piscar, sem olhar para os lados, braços colados ao corpo. Para estragar tudo, alguns dão uma olhadela para a câmera um momento antes de sair de quadro.
Agora repare no comportamento de algumas pessoas conhecidas quando você as encontra na rua. Ao ver sua figura ao longe (minha figura, particularmente, é muito visível ao longe, com mais de cem quilos, calva reluzente e andar peculiar), alguns adotam postura de figurante. Imediatamente olham fixo para a frente, sem piscar. Outros, mais profissionais, lembram-se de revirar a bolsa ou de colar o celular ao ouvido. Tudo isso para evitar um cumprimento rápido, um aceno.
Não estou criticando esse comportamento. Pelo contrário: acho que devia ser oficializado. Toda pessoa deveria ter consigo os créditos de sua vida, e distribuir cartões com o papel de cada um. Alguns poucos cartões para os protagonistas: “Mãe”, “Pai”, “Namorada”, “Irmão”, “Melhor Amigo”, “Amante”, “Marido”. Uma quantidade maior para personagens secundários. “Colega nº1″, “Barbudo da Lanchonete”. E para a maioria, o papel de “Extra”. Esses não teriam a obrigação de cumprimentar, de puxar conversa, de nada. Apenas tomariam o cuidado de preencher os espaços e, pelo amor de Deus, não olhar para a câmera.
Para os figurantes:
(Essa mulé parece minha professora de Iniciação à Produção Acadêmica. A voz fanha, inclusive)
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Marco Aurélio Gois dos Santos | 16/05/2007 | 12:21 |
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Este mundo está mesmo perdido. Há uns três anos, ter domínio próprio era privilégio apenas para a elite da blogosfera. Agora, qualquer brasiliense queimador de índio pode ter seu diário porco alçado a site importante.
É o fim da aristocracia blogueira…
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Marco Aurélio Gois dos Santos | 14/05/2007 | 12:54 |
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A não ser pelo eventual e lascivo olhar de esguelha na direção de alguma criancinha, é quase impossível hoje em dia discernir um padre no meio da multidão. Em tempos modernos, os sacerdotes da Santa Madre andam por aí à paisana, como agentes secretos do Senhor.
Eis, porém, que Bento XVI está na cidade, e os padres resolvem andar por aí como padres. Caminhando agora à tarde na avenida Paulista, vi alguns padres de roupa preta ostentando colarinhos clericais. Um deles usava até um pretinho básico daqueles que só vemos em vigário de novela. Ao que parece, visita de papa é ocasião propícia para se tirar da gaveta batina, casula, estola, cátere sacro, ímbulo, cloda (ok, estou inventando).
Fico imaginando o padre na casa paroquial, de cuecas, guarda-roupa escancarado, mindinho no canto da boca expressando indecisão. De repente ele faz aquela carinha de “foda-se” e pega as roupas mais sacerdotais possíveis. “Meu cu. O papa está aí, vou sair toooooda montada!”.
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Marco Aurélio Gois dos Santos | 11/05/2007 | 15:37 |
28 comentários
Pronto, tá parecendo o JMC de novo. Se você vê algo estranho no blog, o problema é com esse seu browser porco. Eis a recomendação deste vendido ao Império do Mal:
Agora a biba fica mais calma.
Tchau.
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Marco Aurélio Gois dos Santos | 10/05/2007 | 23:38 |
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De todos os comentários, apenas dois ou três que prestem (Marcus e Fry, muito obrigado). O resto é só o de sempre: nego enchendo o saco. Se não sabem como ajudar, me deixem, calem a boca e vão tomar no cu.
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Marco Aurélio Gois dos Santos | 09/05/2007 | 22:57 |
18 comentários
Seja bem-vindo, fique à vontade, esparrame-se. Se não gostar de alguma coisa que ler por aqui, a Internet é grande: vá para outro canto e não me encha o saco.