O iG tem provavelmente o pior atendimento entre as empresas da tal nova economia. Ligue para o UOL, para o Terra, para a Globo.com, e pelo menos você será atendido. No iG, botam você para ouvir “O mundo é de quem faz” por minutos a fio, para enfim ser atendido por alguém que passou recentemente por uma lobotomia.

Vejam o caso das cobranças indevidas, por exemplo: o iG e o Santander ficaram naquele jogo de empurra, um dizendo que a culpa era do outro. O banco ainda se prontificou a me ajudar: pediu os dados e ligou para o iG para saber que diabos acontecia. Ontem à tarde, uma senhorita muito simpática me telefonou dizendo que o iG alegava que eu era cliente do serviço de banda larga de 2003.

Eu já fui cliente de todos os grandes provedores, menos do iG.

Liguei para o iG, pois. Uma débil mental me atendeu depois de interminável espera para me informar que eu não era cliente. Oh! Eu transcreveria aqui a conversa, que foi bem engraçada, mas tenho preguiça. Entre outras coisas eu disse a ela que deveria procurar emprego numa empresa decente, porque seu atual empregador extorquia dinheiro de inocentes, feito a Máfia. Acho que ela desconhecia o verbo “extorquir”.

Pois muito bem. Eu, justo que sou, abri uma reclamação contra o banco no Banco Central e dei entrada numa ação contra o provedor no Tribunal Especial Cível, antigo tribunal de pequenas causas. Para dar andamento ao processo, precisava do endereço do iG. Algo muito fácil de se obter, mas quis testar o atendimento mais uma vez. Pelo telefone (“iG: o mundo é de quem faz”), depois de falar com várias pessoas que babavam, fiquei sabendo que deveria solicitar a informação por e-mail. Solicitei. Responderam que era necessário pedir a informação por telefone.

Eta empresinha safada meu Deus!