(II Samuel 22)

Próximo ao seu final, o segundo livro de Samuel começa a ficar bastante nostálgico. Exemplo disso é este capítulo, que transcreve o hino que Davi compôs quando Deus o livrou da perseguição de Saul. Já velho, Davi gravou essa bela canção em disco. A qualidade não é das melhores: um tecladinho de churrascaria, a voz do rei bastante vacilante e matratada pela idade. Mesmo assim, foi um grande sucesso em Israel na época. Quer ouvir?

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

. Clique com o botão direito, salvar como, e cante junto com o rei:

Aquarela de Javé

Javé, és minha fortaleza
Um deus que é uma beleza
Vou cantar-te nos meus versos
O Javé, deus que nos dá
Inimigos pra trucidar
O Javé, deus de terror
Ele é nosso senhor
Javé! Javé!
Pois é… Pois é…

Ô, esse Javé que tá no céu
É o grande deus de Israel
Terra do leite e do mel
Javé! Javé!

Deixa cantar de novo o Davi
Que andou fugindo aqui e ali
Antes de ser o rei daqui
Quero ver esse Javé me abençoando
E aos inimigos matando
Com seus olhos injetados
Javé! Javé!
Pois é… Pois é…

Javé, faz a terra tremer
A montanha ceder
E fica indiferente.
O Javé, deus que nos dá
Inimigos pra trucidar
O Javé, deus de terror
Ele é nosso senhor.
Javé! Javé!
Pois é… Pois é…

Ô, esse raio que cai do céu
Que mata mais de um milhão
Nas noites claras de luar
Javé! Javé!

Ah, essa voz tonitruante
À qual não ouso dizer não
Só resta mesmo concordar
Oi, esse deus do mundo inteiro
É nosso deus carniceiro
Raivoso e justiceiro
Javé! Javé!
Pois é… Pois é…