Talvez pelo fato de ser extremamente feio, sou muito sensível às coisas bonitas. Então nem me perguntem se eu gostei do filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (sou uma besta, vi pela primeira vez hoje). Não se trata de gostar ou não gostar, no sentido de apreciação estética — embora o filme seja impecável nesse aspecto também — mas de se deixar arrebatar pela beleza. Estou embasbacado. E apaixonado por Amélie, óbvio.

(Não, eu não manjo nada de francês. O “fouettez-moi” do título é coisa da Bárbara)