Conversa entre Ana Júlia, minha sobrinha, e José Augusto, meu tio (a família gosta de nomes compostos):

— Amanhã é feriado! — diz Ana Júlia.

— É mesmo. E é feriado do quê?

— Como assim?

— Você não falou que amanhã é feriado? Então, mas é dia do quê?

Dia de não fazer nada!