Acho que já falei bastante de Dia dos Namorados, né? Mas é que agora chegou um negócio aqui que eu tenho que publicar.
Conheço Daniela Santos há mais de sete anos. No decorrer desse tempo foram várias as ocasiões em que ela me surpreendeu com suas qualidades. Uma mulher e tanto, a minha irmã. No entanto, nem eu sabia que Daniela era capaz de romantismo. Até ler o email que ela mandou para o namorado hoje, email que reproduzo abaixo (com autorização da autora, é claro):

Como eu poderia te dizer o que sinto sem parecer brega? Não sei… Eu nem mesmo sei onde está a sutil linha que separa o romantismo da cafonice. Então eu serei curta, grossa e roliça: eu sou uma cebola. Não! Não era nada disso…
O que eu vou tentar dizer aqui sem parecer o Wando num show no Canecão é o seguinte: você me faz acreditar que eu possa sofrer um infarto fulminante a qualquer momento. De tanta felicidade, quando você me beija. Ou de ansiedade, nas noites de sexta-feira. Ou de preocupação, quando você diz que não está bem. Ou de saudade, quando chego a ouvir a sua voz dentro da minha cabeça dizendo ‘olha só…’. Ou de tristeza, quando eu penso que ainda vou passar muitos e muitos dias longe de você.
Enfim, D., você é o meu iaiá, meu ioiô.

Chorem, meninas. Minha irmã mata a pau.