Com a minha coleção de CDs atual, se me enfiassem numa biblioteca grande o suficiente e só com livros bons, podiam até trancar e engolir a chave: eu não sentiria a menor falta das pessoas. Não, não: seria uma bênção me ver livre do convívio enfadonho das pessoas, a mesma meia dúzia de personagens repetindo sempre as mesmas histórias sem graça.

(É claro que tal conclusão não se aplica a certa garota de olhos azuis. Ela é a variável que bagunça todas as minhas equaçõezinhas perfeitas.)