Jesus, me chicoteia!

Coisas escritas na categoria ‘Geral’

Mané retrospectiva!

Aqui teríamos uma retrospectiva de 2004. Teríamos. Comecei a escrever e o negócio foi tomando ares de lamentação, de nhenhenhém. Irritei-me. Afinal, foi um ótimo ano porque:

1. Nasceu Ana Julia, minha sobrinha.
2. Eu e Daniela lançamos nosso livro.

O resto é reclamação de quem não tem o que fazer. E eu, meus amigos, tenho muito o que fazer.

Caetano e suas leituras

Chico Buarque, de barba, encerra seu show e agradece ao público pelos aplausos. Noutro canal a cena é bem diferente: em pé no palco, cabeleira esvoaçante, Caetano Veloso esbraveja enquanto a platéia vaia, furiosa. Ele xinga, grita, mas ninguém ouve sua voz. Então ele sorri, joga o cabelo para trás, junta os pés, abre os braços (daquele jeito), fecha os olhos e começa a cantar:

Eu leio James Joyce
Eu leio Stephen Kiiiiiiiing.

Desnecessário dizer que foi mais um de meus sonhos estúpidos.
Desnecessário dizer que estou há dois dias com essa música desgraçada na cabeça. Meu inconsciente é péssimo compositor.

Top cinco

balde_top5.jpg

Botei ali do lado um link para facilitar a compra do livro Balde de Gelo. Para minha surpresa, ele já está entre os cinco mais vendidos dos livros de literatura nacional/humor na Saraiva. Estão vendo? O livro é bom1! Vão perder essa? Claro que não. COMPREM!

1 Ok. Eu sei que a nossa companhia entre os cinco mais não é das melhores. O livro do Chico Anysio, que eu cheguei a folhear na livraria do aeroporto, é particularmente constrangedor por suas piadas velhíssimas e sua fonte Comic Sans. Mas, pô, mais uma razão pra botar o Balde em primeiro…

Maldito orkut

Está bem, confesso que me utilizei do orkut para mandar spam duas vezes. Nas duas ocasiões, o fiz para divulgar o lançamento do Balde de Gelo. Fiquei envergonhado a não mais poder, mas acabei fazendo. Mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa. Bom, o importante é que tenho meus pudores. Ao contrário do povo por aí.
Todos os dias eu recebo convites para pelo menos dez comunidades que não me interessam nem um pouco: comunidade de ex-alunos de algum colégio em Corumbá, de amigos do Tião, das piadas do Jessé, dos entusiastas de pólo submarino, do Satanás. Nego não quer nem saber: cria uma comunidade e já chama logo todo mundo da lista para participar dela.
Os últimos dias têm sido particularmente dolorosos: além dos indefectíveis convites, agora são toneladas de mensagens de Natal. Lembro-me de quando eu escrevia cartões de Natal: eram 40 ou 50 todos os anos, e eu escrevia um texto para cada destinatário, sem nunca repetir. Quando fiquei de saco cheio, parei de mandar cartões. Simples assim. Não quero chegar ao ponto de um dia mandar para os meus amigos um cartão começado com “Sinceros votos” e minha assinatura no final. Seria o fim da amizade. Quem entra no orkut, escreve uma mensagem qualquer (copiada das piores fontes possíveis, reparem) e a envia para toda a sua lista, talvez não perceba que age como o vereador que manda cartões de boas festas para seus eleitores, ou o diretor da empresa que manda botar um cartão na mesa de cada funcionário: a mensagem não é personalizada, é feita para a massa, e portanto não tem qualquer valor sentimental. Se não tem valor sentimental, que fazer? Jogar no lixo, oras. Ou você conhece alguém que guarde os cartões daquele vereador. “Ah, esse o Dr. Fulano mandou em 1988, quando ele foi eleito pela primeira vez. Tão lindo…” Pois é.

Estou para sair do orkut (de novo), e só não o faço por conta de duas ou três comunidades bem interessantes. Vamos ver até quando essas ilhotas de interesse resistem aos violentos mares da estupidez.

O retorno de Davi

(II Samuel 19)

— ABSALÃO MORREEEEEU! MORREU ABSALÃAAAAAAAAO! QUE QUE EU FAÇO, MEU DEUS, QUE QUE EU FAÇO? POR QUE VOCÊ NÃO ME LEVOU E DEIXOU ABSALÃAAAAAO? BUÁAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!
Quem é a histérica que tira o sossego de todo o Israel com esses berros? Pois não é outra senão Davi, o bravo guerreiro, libertador e unificador do reino. Andando de um lado para o outro numa sala que fica sobre o portão da cidade de Maanaim, ele chora, berra, esperneia. Que vergonha, que vergonha!
E Joabe pensava exatamente o mesmo enquanto ouvia a choradeira do rei. Sim, ele matara aquele moleque petulante, e daí? Se o deixasse vivo, ele ficaria calmo por um, dois, cinco anos; e depois armaria outra sedição. Fizera um favor a Davi livrando o reino de Absalão, e era assim que ele agradecia? Os soldados voltaram do campo de batalha em festa, mas tiveram que entrar em silêncio na cidade ao ouvir os gritos do rei. Então o negócio era lamentar aquela vitória estupenda, voltar para a cidade como se estivessem envergonhados de uma derrota só porque o filhinho do rei (que, aliás, era o inimigo) morrera? Ah, isso não ia ficar assim! Cansado daquela ladainha, Joabe subiu até a sala onde o rei dava seu espetáculo patético.
— Majestade…
— JOABE! ABSALÃO MORREEEEEEEEU! MEU FILHO MORREEEEEEEEEEU! MEU FILHO M…
— MORREU, MORREU, JÁ SEI! MAS QUE PORRA!
— …
— O senhor humilha seus soldados, sabia? Os caras foram pra guerra para salvar sua vida e a de sua família, e como é que o senhor agradece? Abre o berreiro, lamentando a morte daquele desgraçado que o traiu descaradamente! Que negócio é esse? Então o senhor ama os que o odeiam e vice-versa? Estaria muito feliz se Absalão estivesse vivo, e eu e os soldados, mortos.
— Peraí, Joabe, peraí. Não é bem assim…
— NÃO É BEM ASSIM O CACETE! O senhor trate de sair daqui, lavar essa cara e ir falar com os soldados, elogiá-los. Se o senhor não fizer isso, juro por Deus que amanhã nenhum deles estará do seu lado.
Davi olhou bem para Joabe e viu que ele não estava brincando. Então quem ele achava que era, para vir assim dando bronca no rei, sem mais aquela. Isso não ia ficar assim. Mas Joabe podia esperar, e além do mais ele tinha razão num ponto: os soldados podiam se sentir ofendidos com aquela choradeira. Então o rei lavou o rosto e foi sentar-se às portas da cidade. Quando souberam que Davi estava lá, os soldados foram reunir-se à sua volta.

Aquele negócio todo de unificar o reino era muito bonito no papel (ou no pergaminho, sei lá), mas na prática não funcionava muito bem. Na primeira crise mais séria, já se ameaçava uma nova ruptura. Primeiro foram as tribos do norte (tradicionalmente chamadas de “Israel”) que resolveram que seriam os primeiros a trazer Davi de volta ao trono. Eram afoitos, os israelitas: também haviam sido os primeiros a apoiar Absalão. Davi não se esquecera disso, por isso enviou os sacerdotes Zadoque e Abiatar com uma mensagem para os líderes de Judá:

Meus queridos,

Eu, assim como vocês, sou de Judá. Somos parentes, portanto. Então por que é que vocês vão ser os últimos a me aceitarem de volta? Estou um tanto confuso com isso…

D.

A mensagem mexeu com os brios dos líderes das tribos do sul. Claro: eles tinham certeza de ser o verdadeiro Israel; o resto era baiano. Ainda não sabiam se o rei só queria provocá-los, ou se pretendia mesmo aceitar o convite da baianada. Mas o rei resolveu deixar claro de que lado estava, substituindo Joabe por Amasa no comando de seu exército. Com isso, Davi matava dois problemas: livrava-se de Joabe, que lhe matara o filho e depois lhe faltara com o respeito, e demonstrava que pretendia aproximar-se mais de Judá, posto que Amasa era do sul. Fora também um dos conspiradores, comandande do exército de Absalão, mas isso era só um detalhezinho. Esse negócio de política sempre foi desse jeito, tudo esculhambado.
O importante é que os homens de Judá mandaram uma mensagem ao rei, implorando por seu retorno. Então Davi reuniu seus oficiais, despediu-se do povo de Maanaim e tomou o caminho do Jordão. E aqui, meus amigos, vemos como estar por cima da carne seca é sempre melhor. Primeiro foi Simei, lembram dele? Quando Davi saiu de Jerusalém às pressas, fungindo de Absalão, esse Simei o encontrara no meio do caminho e acompanhara a comitiva por um bom tempo, insultando o rei. Quando soube, porém, que Davi se preparava para atravessar o Jordão e voltar à capital, ele tratou logo de ir ao encontro do rei. Não foi sozinho: juntou mil homens da tribo de Benjamim para acompanhá-lo. Para se garantir, sabe como é… Quando Davi se preparava para atravessar o rio, foi surprenndido por um puxão em sua túnica. Era Simei prostrado no chão, todo choroso:
— Majestade! Majestade! Me perdoe, majestade! Esqueça o que eu fiz, por favor! São os tóchicos, majestade! Eu sei que fiz merda, por isso sou o primeiro israelita a vir aqui hoje.
Abisai, porém, ainda não se esquecera da humilhação daquele dia, e cochichou no ouvido do rei:
— Esse cara te amaldiçoou, majestade, e agora que o senhor está no poder de novo quer pedir desculpa. Assim é fácil! O negócio é matar esse feladaputa.
— Escuta aqui, Abisai. Eu não sei o que a mãe de vocês tinha nos peitos, pra saírem dois cabras sanguinários feito você e Joabe. Eu só sei é que hoje é dia de festa, e nenhum israelita será morto. — e virando-se para Simei: — Ouviu, zé ruela? Fique sossegado, não vai lhe acontecer nada. Agora larga a minha roupa, cacete.
Davi mal se livrou de Simei, e lá vem outro sujeito todo melífluo. Mas esse parecia um metaleiro: cabelo e barba compridos, sujo, fedido. Se não viesse mancando, o rei jamais saberia que se tratava de Mefibosete, o neto de Saul.
— Mefibosete, meu filho. Por que você não foi comigo, hein?
— Ah, majestade, nem me fale! Estou esses dias todos sem fazer a barba e sem tomar banho, de tanta tristeza.
— É, percebi. Você bem que podia aproveitar o rio pra tomar um banhozinho, não? Tá difícil, rapaz!
— Eu sei, eu sei. É que eu queria muito ter vindo com o senhor. Mas eu sou aleijado, não sei se dá pra notar. Então mandei meu jumento arrear meu escravo… Digo, o escravo arrear o jumento, para eu poder vir com o senhor. Mas o desgraçado do jumen… do ESCRAVO me traiu, foi contar aquele monte de mentiras ao senhor, que eu achava que ia ser rei e não sei mais o quê. Bom, mas o senhor sabe tudo, faça o que achar melhor. Toda a família do meu pai merecia ser morta, mas o senhor me recebeu como a um filho. Não tenho o direito de lhe pedir mais favor nenhum.
— Não precisa dizer mais nada, meu filho. Dividirei a propriedade de Saul entre você e Ziba.
Espera, espera, façamos uma pausa: primeiro o rei recebera Mefibosete no palácio, e lhe dera tudo o que fora de Saul. Depois, convencido por Ziba de que seu senhor o traíra, Davi passara ao escravo tudo o que era de Mefibosete. E agora que o neto de Saul dizia que Ziba o traíra, ele dividia tudo entre os dois? Meio precipitado, não? Deve ter sido isso que Mefibosete pensou, porque apenas respondeu:
— Deixa pra lá, majestade. Ziba pode ficar com tudo. Já estou feliz só por ver o senhor voltando para a casa.
Como se pode ver, foi o Dia Nacional do Puxa-Saco Israelita. Além desses, um velho de oitenta anos chamado Barsilai, que recebera o rei em Maanaim, também foi dar sua bajulada. Davi quis levá-lo a Jerusalém, mas ele recusou, dizendo que já estava velho demais e só daria trabalho. Se o rei quisesse, que levasse Quimã, seu escravo. Então acompanhou Davi até o outro lado do Jordão, recebeu a sua bênção e voltou para casa.

Mas eu dizia que aquele negócio de unificar o reino era complicado. Pois vejam: mal o rei acabou de atravessar o rio, os homens de Judá e de Israel já começaram uma discussão. Diziam estes:
— Majestade, por que é que esses cabras de Judá se acharam no direito de trazê-lo para este lado do Jordão?
Respondiam aqueles:
— Calaboca, baianada! O rei é nosso parente, vocês não percebem? Isso é motivo pra vocês já virem de peixeira na mão?
Treplicavam os israelitas:
— POIS QUE SEJE! NÓS TEMOS DEZ VEZES MAIS DIREITO DO QUE VOCÊS! — diziam isso porque representavam dez tribos, sendo Judá formado por apenas duas — Tão fazendo pouco de nós, é? Nós é que tivemos a idéia de trazer o rei de volta, que porra é essa?
A briga prosseguia. Davi, cansado, só olhava, evitando dar opinião. Eles que se entendessem, ele queria era sossego.
Mas não teria, claro.

*BOCEJO*

Ao contrário do que possa parecer, eu não esqueci que isto aqui é um blog de sátira bíblica. O problema é que o próximo capítulo é muito, muito chato. Estou escrevendo agora e daqui a pouco publico aqui. Mas vocês já fiquem avisados: é chato.
MUITO chato.
Não digam que eu não avisei.

Bondade, muita bondade

Adailton Persegonha eleva meu ego (e o de Daniela) às alturas. Aqui.

Meio-sorriso

Existe a alegria de meio-sorriso e a tristeza de meio-sorriso. É difícil diferenciar uma da outra, mas acho que consegui.
Alegria de meio sorriso é quando eu eu olho em volta (no vagão do metrô, no terminal de ônibus, na rua do centro da cidade) e penso, “Meu Deus, quanta gente feia!”.
Tristeza de meio-sorriso é quando eu paro pra pensar e constato que a gente feia olha pra mim e pensa exatamente a mesma coisa.

Retalhos de infância

Quando eu era criança, achava que Merry Christmas era Hare Krishna em inglês.

Mas, porra, eu era um retardadozinho. Ouvia meu tio dizer:
— Vou botar remédio pras baratas.
E pensava: “Puxa, como meu tio é bonzinho, cuida dos bichinhos doentes…”

Quando o pedreiro veio demolir a casa que ficava aqui nos fundos, fui contar a ele a novidade:
— Sabia que meu pai vai me dar uma bicicleta e eu vou andar de bicicleta aí onde era a casa?
— Ah, que legal! Vai ficar rodando aqui, né?
— É…
Fiquei puto com aquilo de “ficar rodando”. O pedreiro achava que eu era um retardado, um moleque bobo que andava de bicicleta no quintal.
Só de raiva não aprendi a andar de bicicleta.
Fui aprender aos 25 anos.
Bom, não sei fazer curvas ainda. Nem frear.

Eu tinha um amigo imaginário, por Deus! Um amigo imaginário chamado Buduque. BUDUQUE! Chegava pra alguém e pedia:
— Segura o Buduque um pouquinho?
A pessoa achava graça, ficava um tempo com as mãos em posição de quem segurava algo. Depois esquecia, virava pro lado, ia fazer outra coisa. E o bestinha aqui:
— VOCÊ DERRUBOU O BUDUUUUUUUUQUE!
Dava trabalho, o Buduque.

Aos três anos eu fiquei noivo de uma menina. Chamava-se Fernanda, devia ter ano e meio, sei lá. Fiz uma aliança de arame pra ela. Mas aí, aterrorizado pela possibilidade do casamento, dei um gelo na garota. Sumi. Que canalha.

Ainda aos três anos fui internado. Gastrite. Não perguntem, não sei como eu fui ter gastrite aos três anos. Mas me lembro perfeitamente dos quatro dias que passei no hospital. Lembro de um médico que me impressionou por ser preto e por ter um cabelão black power (era 1978, a lama do Dilúvio ainda não havia secado). Lembro de ficar importunando as enfermeiras para me levarem pra casa, de argumentar com uma enfermeira que veio botar fraldas em mim na primeira noite (“Fralda? Eu não uso fralda. Quem usa fralda é criança”), e do constrangimento que foi me ver de fraldas minutos depois.
E lembro da hora do banho.
Ah, o banho! Eu ficava em pé na banheira e começava a dançar e cantar músicas do Sidney Magal, meu ídolo máximo então. Engrossava a voz e mandava:

Tenho
um mundo que é cor-de-rosa
de coisas maravilhosas
que tanto sonhavas ter.

As enfermeiras se acotovelavam na porta do banheiro, todas com cara de óun! Eu tinha meu charme.

Aos sete eu achava que as meninas iam gostar de mim se eu soubesse várias músicas de cor. Sei lá de onde tirei essa idéia, talvez da experiência com as enfermeiras. Aos oito percebi que isso era ridículo: decorar músicas fora a coisa mais estúpida que eu já fizera para pegar mulher. Então pensei em algo mais adulto, mais condizente com a minha idade.
E comecei a imitar o Michael Jackson.

Tão olhando o quê? Eu fiquei famoso na escola! Rodas formavam-se para assistir aos meus primeiros (e últimos, graças a Jeová) passos de break. Depois do recreio eu fazia questão de ser o último a subir, e de passar em frente às salas da primeira série só para ouvir os gritos:
— MICHAEL JACKSON! MICHAEL JACKSON!
Lembro de uma vez que a professora pediu silêncio e um dos garotos argumentou:
— Mas, fessora, é o MICHAEL JACKSON!
A glória, meus amigos! A fama! o poder!
Uma pena que nem isso impressionasse as meninas. Eu ficava indignado com a petulância daquelas pestes.

Muito antes disso eu já sabia que ia ser escritor. Não que percebesse em mim qualquer talento especial, que o talento não deu as caras até hoje. O negócio é que eu não sabia desenhar, não sabia pintar, não sabia jogar bola. Era tudo muito difícil.
Escrever era só botar uma palavra atrás da outra. Quando chegava o fim da linha, voltava e continuava na linha de baixo. No fim da página, era só escrever no verso.
Fácil.

Não tinha como dar certo.

Oras, mas que absurdo!

Leiam isso:

Geralmente é o contrário: você tem um blog, ele fica conhecido na comunidade internética e daí você fica famoso. Claro que com as devidas proporções – pois uma coisa é manter uma página decente na rede, outra coisa é aparecer na “Malhação”. Os nomes Dado Dolabella e Fábio Assunção causam um frisson diferente dos nomes Alexandre Inagaki e Marco Aurélio.
(Vivi Griswold, no Garotas Que Dizem Ni – texto de 13/12/2004)

Quem foi que disse? Hein? Vou sair por aí sussurando Alexandre Inagaki e Marco Aurélio em ouvidos femininos. Vocês vão ver o rebuliço.
Fábio Assunção, Dado Dolabella… Sou mais o meu japa. Ai, ai…

Página 20 de 351« Primeira...10...1819202122...304050...Última »