Jesus, me chicoteia!

Coisas escritas na categoria ‘Filmes’

Virei prayboy!

— Aí, bandidagem. Tenho um recado urgente pra dar pra vocês. Tomem cuidado: Cocota bota ovo quando balança a bundinha no baile.
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Sim, eu fui assistir Cidade de Deus pela terceira vez.

Matrix

Eu costumo dizer que Matrix é o único filme já produzido que é totalmente verossímil e possível, sem ter nenhuma falha nem cenas absurdas. Se você acha que há ironia no que eu acabo de dizer, sinto muito: Você é mais um dos muitos imbecis que não entenderam o filme. Por favor, não discuta, não há discussão possível, você só vai se expor ao ridículo.
Pois bem. Por essa característica única, Matrix é um filme em que cena alguma seria absurda. Sendo assim, o final alternativo proposto pelo Adilson é perfeitamente viável. Mas, puta que pariu, é engraçado pra caralho.

Ah, outra coisa!

Gostei muito de Sinais. Gostei mesmo. Mas não me empolguei. Ando meio exigente para filmes depois de ter visto Cidade de Deus. Isso já aconteceu outras vezes, depois de assistir Matrix, Clube da Luta, Um Plano Simples, A Trapaça. Mas dessa vez tá demorando pra passar. Acho que serei incapaz de gostar mesmo de qualquer filme nos próximos meses.
Hein? Você ainda não viu Cidade de Deus? Ah, deixa de ser cabaço!

Mais Sinais

Leiam a crítica do Diego Sapia Maia para o filme Sinais aqui. O cara é foda.

Signs

Fui assistir Sinais, do M. Night Shyamalan. “Ah, mas tem o Mel Gibson, o Joaquin Phoenix, porra!”. Não importa: O cara faz filmes em que o menos importante é o elenco. Só esse indiano consegue fazer o público ter medo de uma porta, de um copo, de uma laranja, apenas pela forma como utiliza as câmeras, botando em primeiro plano o que teoricamente deveria estar lá no fundo da cena, ou nem aparecer.

Sinais, assim como Sexto Sentido e Corpo Fechado, traz como tema central a fé. Neste filme, o personagem principal é um reverendo que abandonou a batina após a morte da esposa. E aí entram os círculos nas plantações e os ETs. Sinais tem uma boa dose de humor, talvez para compensar os sustos de fazer o coração rodopiar no peito. Assistam, é uma merda falar sobre filmes, eu sempre acabo contando o final.

* * *

Certas cenas do filme têm um significado muito forte para mim. Uma é quando o personagem de Mel Gibson, reagindo com agressividade à sugestão do filho de rezarem antes de jantar, diz que não vai desperdiçar nem mais um minuto de sua vida com orações. Mais tarde, frente a uma possibilidade de tragédia, ele repete “Eu o odeio” várias vezes, claramente dirigindo-se a deus. Muito foda, como são universais certas coisas que achamos tão particulares.

E fica assim: Se acontecer comigo o que acontece ao Mel Gibson no filme, eu não só volto a acreditar em deus, como ainda viro pastor.

Que sujeito-homem o quê!

Todo mundo que comenta o filme Cidade de Deus cita a mesma frase — “Eu cheiro, eu fumo, já matei, já roubei, sou um sujeito homem.” — dita por um moleque. Bah, quem assistiu o filme sabe muito bem que a frase mais marcante é:

— SENTA O DEDO NA GALINHA!

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