Jesus, me chicoteia!

Coisas escritas na categoria ‘Filmes’

Boa notícia

Dona Capirota

Ontem fui ao cinema.

Bah, você sempre vai ao cinema!

Peraê, peraê! Mas ontem foi uma ida ao cinema, digamos, especial. Estão preparados? Pois lá vai: FUI ACOMPANHADO!!! Sim, sim, creiam! E a companhia era excelente. Já o filme… Fomos ver Madame Satã, e basta dizer que ambos concordamos em sair da sala no meio do filme. Uma hora de película desperdiçada com um filmezinho em que nada acontece. Os críticos que aclamaram essa bosta só podem ser umas bichinhas carentes, que ficaram excitadas com as cenas de sexo entre homens. E a isso se resume o filme: Homens trepando – um palco – um camarim – homens trepando – uma briga – um diálogo supostamente engraçado – homens trepando. Enfim, um desperdício de tempo e dinheiro (eu só desperdicei tempo, já que a garota pagou o ingresso — Sim, fui acompanhado por uma MULHER! E RICA!).

Mas tudo tem seu lado bom: Ao menos esse post vai incrementar meu número de visitas originadas no Google, depois do repetido uso da expressão “homens trepando”.

Wise Up

It’s not going to stop
’til you wise up.

Estranha semelhança

Assistindo Magnólia, percebi um fato curioso naquela cena em que os personagens cantam: O ator Willian H. Macy tem a cara e a voz do Lou Reed. Reparem.

Chorem!


Inventei de assistir esse filme de novo no fim-de-semana. Puta que pariu, como pode um filme ser tão FODA?

Mais uma do Risadinha

O Almodóvar usou no filme a história verídica de uma mulher em coma que foi violentada e engravidou. Lembro-me de quando a notícia saiu no jornal. Comentei com o Risadinha e o moleque me saiu com essa:

— Porra, não é culpa do cara. Ele chegou no quarto do hospital, tinha uma placa lá: “COMA”. Ele foi e comeu, oras.

Nada é simples

Enfim, fui assistir Fale Com Ela, novo filme do Almodóvar.

— VOCÊ????

Não enche, caralho.

Arram.

Fui lá. Gosto pra caralho do Almodóvar. Assisti poucos filmes dele, mas posso dizer que o cara tem a manha. Não sei o que são as tais “cores de Almodóvar” de que fala Adriana Calcanhoto. Não sou sensível a esse tipo de coisas, e tudo o que me interessa num filme é a história. Claro que a forma como a história é contada e a qualidade dos atores é importante, mas tudo isso para ajudar a história a ser agradável. E os filmes do diretor espanhol são assim: Cheios de alegria, dor, amargura, loucura, absurdos, diálogos banais recheados de uma sabedoria esparsa, coincidências improváveis. Você assiste e nem parece filme. Parece a vida mesmo.

* * *

Belos peitos os daquela mina em coma…

* * *

Caetano Veloso está no filme, numa cena comovente, acompanhado pelo indefectível Jacques Morelembaun (acho que são xifópagos), pelo menor baixista do Brasil, Jorge Hélder e por um Zé lá no violão. E tem mais música brasileira: Elis Regina cantando “Por Toda a Minha Vida”, de Tom e do Vinícius e uma citação a “Amor em Paz”, dos mesmos autores, feita pelo personagem Marco, um xará muito gente boa.

* * *

Eu só queria lembrar quem foi que escreveu que a Maria Bethânia faz o papel da toureira. Se foi uma piada, queria congratular o autor, muito boa. Se não, queria esmurrar a fuça do fulano.

* * *

Assistam.

Ah, mas antes…

Vou ali assistir o filme do Almodóvar.
— VOCÊ???
Bah!

— Qualé, Dadinho?

— Qualé, Dadinho?

Troca de papéis

Se esta afirmação de deus é correta, então podemos dizer que o filme a partir de agora chama-se Cidade do Zé Pequeno? Porque se assim for, o personagem não poderá mais se chamar Zé Pequeno. Deus, talvez. Sei não, acho que este é um daqueles raciocínios cíclicos/vertiginosos/causadores de insônia. Ou só estupidez minha mesmo.
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— Buscapé, irmão do Marreco
— Marreco?
Falecido Marreco…
— HAHAHAHAHAHAHA

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Tá, tá, já parei.

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