Cá estou eu, esquentando a cabeça por causa de uma porra de central telefônica que não é minha. Quando voltar a funcionar (provavelmente tarde da noite), nem um “obrigado”, mesmo que insincero, vou ouvir. Não vale a pena. Nada disso vale a pena.
Estou com quase trinta anos. Olho para trás e não há nada. A pergunta é a mesma de todos os dias: O que é que eu estou fazendo da minha vida?