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Bobby McFerrin e o negócio dentro da cabeça
Como é que ele faz isso? Como é que a gente faz isso?
Ciência, Música, Vídeos
Marco Aurélio Gois dos Santos | 17 de outubro de 2009 | 01:09 | 13 comentários
Marco Aurélio Gois dos Santos | 17 de outubro de 2009 | 01:09 | 13 comentários



17 de outubro de 2009 | 03:21
A escala pentatônica é “universal” porque ela é a mais “matemática” das escalas. Coisa altamente pitagórica.
17 de outubro de 2009 | 13:31
O nosso ‘ouvido ocidental’ já está bastante habituado a escala pentatônica, que é largamente utilizada por estas bandas. Não sei se o McFerrin experimentou, mas seria interessante testar o mesmo exercicio em culturas que usam escalas mais atonais, pra ver se a progressão continua valendo. Vai ver a gente tem uma ‘gramática gerativa musical’ nos moldes da teoria que o Chomsky elaborou para as línguas… Mas a cabeça da gente é mesmo incrível, eniuêi.
17 de outubro de 2009 | 13:35
Eu não tô conseguindo ver o vídeo e os comentários acima me assustaram um pouco.
17 de outubro de 2009 | 14:16
Não sei muito sobre escala pentatônica, mas que o que o cara fez fico bom, isso não tem discução.
19 de outubro de 2009 | 15:18
Eu não tô conseguindo ver o vídeo e os comentários acima me assustaram um pouco. [2]
19 de outubro de 2009 | 18:51
Puta que pariu?
19 de outubro de 2009 | 18:54
Também consigo ver o vídeo aqui, mas se é o que estou pensando, é só dar um pulo neste post do meu blog.
http://brancoleone.wordpress.com/2009/08/03/impressionante-2/
É mesmo de impressionar, mas não é pra dar medo. Pode ir tranquilo(a).
20 de outubro de 2009 | 15:34
Eh..
Esta tal escala eu ja buzinava nos ouvidos infelizes dos meus vizinhos antes mesmo de eu saber q ela se chamava pentatonica. Eh a salvacao dos improvisadores sem talento..hehehe …e pra quem quiser ver o bobby fazendo uns truques mais interessantes http://www.youtube.com/watch?v=7LYXdNW7uYI
21 de outubro de 2009 | 09:13
Ei Chicoteia… O Saramago faz plagio dos teus escritos e vc não fala nem faz nada??
21 de outubro de 2009 | 17:32
É fácil…
É só… Er… Humm..
Éééé…
Sei lá!
23 de outubro de 2009 | 16:53
AO ratapulgo e a mônica cantaram a pedra. A “penta” é mais matemática porque nela não constam dois intervalos da escala ocidental normal, que tem 7 notas. A penta, como o nome diz, tem 5 (obrigado capitão óbvio).
Os intervalos de 2ª menor e 6ª idem soam mais “naturais” ao ouvido por não gerarem tensão. E as duas notas suprimidas (o º5 e 7º graus da escala) não são naturalmente “sequenciáveis” por terem alterações “estranhas” ao ouvido. Em especial o 7º grau, que é meio diminuto.
Isso tudo quer dizer que o ouvido busca o caminho mais fácil pra seguir a música. A melhor maneira de fazer isso? Suprimindo os acordes mais difíceis e fazendo a música “andar sozinho”.
CA LA RO que pra fazer isso como o Bob tem de se ter MUITO talento e conhecimento idem.
27 de outubro de 2009 | 07:33
quanto conhecimento que eu ignoro….
preciso jogar menos playstation
valeu o post bicho! é repassar e a galera delirar…muito bom divulgar assunto tão agradável,
abraço
29 de outubro de 2009 | 16:28
o Hermeto Pascoal faz isso ha uns 40 anos…