São três cenas muito fortes na minha lembrança:
Fulana cantando a musiquinha do Mardito fiapo de manga;
Sicrana fazendo coraçõezinhos no ar com os dedos;
Beltrana de pijama cor-de-rosa apontando desconsolada para os cabelos desgrenhados.
Nessas três ocasiões eu tive a certeza de que poderia viver histórias fantásticas com essas senhoritas. Com a primeira delas eu de fato vivi histórias, aprendi muito, talvez tenha ensinado alguma coisa, e depois de um tempo o ciclo se cumpriu, o relacionamento terminou, tudo dentro da normalidade da vida. Com as outras duas, no entanto, nada deu certo. Ganhei duas grandes amigas, é verdade, e experiência suficiente para ser pelo menos vice-presidente de uma associação recém-fundada. Aê, Frances, quero meu nome no contrato social dessa porra!

(Ah, sugestão de nome: Clube do Sifão — aqui todos choram embaixo da pia)