Muito bem, muito bem. Isto aqui está mais parado que puteiro em Pelotas, mas quero dar um jeito nessa situação embaraçosa. Logo, logo. Tomei uma decisão um tanto assustadora esta semana, o que me levou a crises de ansiedade, taquicardia, falta de ar e insônia — para ser veadagem completa só me faltou mesmo dar a bunda. Mas é só tentar ficar parado que as coisas acabam se ajeitando de um jeito ou de outro (aprendi isso lendo Clarah Averbuck e Alexandre Soares Silva, quem diria que os dois têm algo em comum…).
Essa decisão assustadora foi tomada, dentre outros fatores, por conta de algo que me caiu nas mãos. O negócio é que surgiu aí uma oportunidade para escrever uma matéria. Dei a idéia de pauta para um sujeito maluco, o qual cometeu a sandice de me convidar para escrever a matéria para sua revista. Para escrever, porém, preciso entrevistar taxistas. E aí está o problema: sou um sujeito tímido, e tenho tremedeira só de pensar em me aproximar de um ponto de táxi para falar com os caras. Sendo assim, resolvi mais uma vez apelar para a generosidade dos meus leitores. Portanto, se você conhece um taxista bem falante, contador de histórias (picantes, de preferência), entre em contato. Terá minha gratidão eterna.
Dinheiro? O cacete!