O próximo capítulo será o último do Deuteronômio, e também o derradeiro da história de Moisés. Desde o final do livro dos Números que eu vivo com essa agonia causada pela perspectiva de contar aqui a morte do velho gago. Sei o quanto isso é ridículo, mas não consigo evitar. Tenho convivido com Moisés desde 13 de julho do ano passado, quando narrei seu nascimento. Vai ser difícil, mais de um ano depois, despedir-me desse personagem.

EU NÃO QUERO QUE O MOISÉS MORRA, CARALHO!