Jesus, me chicoteia!

Coisas escritas em

Ombudsman anti-fax

Conversei há pouco com o jornalista Mário Vitor Santos, que começa hoje suas atividades como ombudsman do IG. Conversa vai, conversa vem, contei a ele a história do fax. Ele riu. “Parece um anacronismo inexplicável, sem sentido”, comentou em seguida. Segundo ele, uma de suas funções no cargo é fazer revisão de certos processos. Ele concorda que é ridículo uma empresa de internet solicitar de seus clientes informações por fax, e diz que vai cuidar disso.
Vamos ver. Daqui a um ou dois meses eu invento um pretexto para fazer uma reclamação na tal central de relacionamento do IG. Se me pedirem fax, o ombudsman vai se ver comigo. Por enquanto, meus votos de boa sorte. Como vocês podem perceber nessa nota, o sujeito é bem intencionado.

Ah, o endereço: ombudsman.blig.ig.com.br

Amor e ódio

No escritório:
— Não, não tenho tempo. Manda o motoboy buscar.
— Hein? Não, eu preciso disso aqui em vinte minutos. Não quero saber. Manda pelo motoboy.
— Dona Armínia, vamos almoçar durante a reunião. Peça aquela pizza de sempre.
— Cadê o cara da moto? Ô, rapaz! O banco já está fechando. Corre lá que essas contas são urgentes.
— Puta que pariu, o moleque esqueceu os óculos justo no dia da prova? Tá, mando um motoboy aí, ele leva os óculos até o colégio. Que saco…

No trânsito:
— ESSES FILHOS DA PUTA DESSES MOTOBOYS SÃO UMA PRAGA! QUEM É QUE DÁ EMPREGO PRA ESSA GENTE?

Nós, paulistanos, somos uns hipócritas de merda.