Jesus, me chicoteia!

Coisas escritas em

Uma imagem vale mais que a porra

Um questionário respondido com imagens. Copiei da Fer, que copiou da Alê. Tenho cem anos de perdão.

Name:

(Marco Aurélio, o Imperador Filósofo)

Last name:

Name of a pet:

How old you are:

The place you lost virginity:

A bad habit of yours:

Your favorite fruit or vegetable:

(pescou?)

Your favorite food:

Your favorite drink:

Your favorite animal:

Your favorite color:

Favorite place:

Jericoacoara

Favorite band:

Ele é mais que uma banda, e não me encham o saco

A movie:

Your fashion:

Your mood:

Happiness is:

A felicidade é como a pluma / que o vento vai levando pelo ar

Love is:

O amor é um bichinho / que rói, rói, rói

Your world is:

Por falar em eleições

O Tonon lembrou uma coisa importante: com eleições todo ano, o povo que é chamado pra ser mesário, fiscal e o diabo a quatro ia ficar irritado. Então tenho outra proposta: acabemos com as eleições!
Não, não me apedrejem. Pensem bem: desde o fim do regime militar nós nos acostumamos a votar a pelo menos cada dois anos. E o que mudou? Nada! Para falar só em presidentes, tivemos Sarney (que não foi eleito, mas quem se importa?), Collor, Itamar, FHC e agora o Lula. O que mudou? Que marca esses homens deixaram? Nenhuma! O País vai indo aos trancos e barrancos, o povo continua na merda de sempre. Então para que eleições?
Vamos pensar em métodos alternativos para escolher nossos líderes. Por que não botar no Palácio do Planalto o candidato mais alto, por exemplo? Ou o que tiver mais dentes na boca? Ou o que beber mais (er..)? Posso pensar nessas e muitas outras maneiras de se escolher um presidente: luta no gel, corrida de saco, concurso de beleza, pau de sebo, campeonato de bafo, teste ergométrico. Podemos eleger o mais cabeludo, o mais careca, o mais barbudo, o mais engraçado, o mais esquisito, o mais verde, sei lá! Imaginem Lula, Alckmin, Garotinho, Enéas e outros zés numa gincana animada pelo Silvio Santos.
Por que tentar construir um país sério? Já tentamos todos os caminhos. A direita, o centro e a esquerda já chegaram lá e não fizeram nada. Institucionalizemos a bagunça que o Brasil sempre foi. Mostremos ao mundo que isto aqui é, sim, a casa de mãe joana.