Jesus, me chicoteia!

Coisas escritas em fevereiro de 2006

Eu no Google Vídeo

Lembram daquele vídeo em que eu cantava Não se vá com Lobato, o fantoche? Não lembram? Bah. Bom, o vídeo agora está lá no Google Vídeo para o mundo ver. Aqui, ó.

Emotionrélio Reloaded

Em dezembro do ano passado eu apostei com a Srta. Sofia que ela não conseguiria juntar cem pessoas numa comunidade dedicada ao finado Emotionrélio. E mais: se ela conseguisse, eu ressuscitaria meu famigerado blog de caretas. Pois bem, lascou-se. Como bem notou o Pedro, eu devia ter estipulado um prazo. Porque hoje, quase três meses depois, a centésima pessoa chegou à comunidade do Emotionrélio no orkut. Para piorar, a responsável pela marca foi a Bobie, minha colega de redação. Maldita traidora.
Enfim, aposta é aposta. O Emotionrélio vai voltar. Para fazer pedidos, entrem na comunidade. Depois eu boto lá no blog um formulário para pedidos por e-mail.
Merda.

Sem condições

Eu bem queria escrever um capítulo novo, mas minha capacidade de concentração é praticamente nula. Estou numa ansiedade feladaputa por conta de coisas que devem acontecer nos próximos dias. Ou não. SEI LÁ!
Torçam aí. Quando a situação se definir eu volto. Se as notícias forem boas, volto mais rápido, até.

Aos amantes da MPB

Após vasta pesquisa de mercado, concluí que faltavam ao orkut grupos que tratassem de assuntos da maior importância. Então criei duas comunidades para preencher essa lacuna imperdoável. Eis as descrições:

Caetano lambeu minhas bolas
Ok, música brasileira é legal. Legal mesmo. Isso não significa, porém, que seus compositores sejam deuses reunidos num Olimpo inatingível.
Se você também não agüenta mais a pose dos baluartes da MPB, que tem sua mais completa encarnação na pessoa de Caetano Veloso, junte-se a nós. Não queremos saber o que Caetano pensa sobre a taxa SELIC, os Rolling Stones, o furdunço no Haiti, a guerra no Iraque, a família real da Grã-Bretanha. Não queremos saber se Chico Buarque comeu metade do Rio de Janeiro. Não queremos ver o ministro da Cultura fazendo auto-citações, dizendo em entrevistas que a raça humana é uma vela acesa, uma beleza, uma prodridão.
Componham, meus filhos, cantem. No mais, calem a boca. Ou lambam minhas bolas.

Eu não entendo o Djavan
Tanto engorda quanto mata, feito desgosto de filha?
Traz uma praga e me afaga a pele?
Açaí, guardiã, zum de besouro, um imã, branca é a tez da manhã?
Mais fácil aprender japonês em braile?
Gosto de filha, música de preto?

Né por nada não, mas… HEIN?

Alguém me explique as letras do Djavan, por favor. Eu já cansei de tentar entender sozinho.

Entrem lá, discutam. O primeiro a abrir um tópico em cada uma das comunidades ganha o direito a um post aqui no JMC.

O Rei

Esse negão é o Rei.
Pelé? Que Pelé? Clica no link, cazzo.
(E depois clica no More from this user)

História que bem podia ser real

Querendo demonstrar ao mesmo tempo seu perfil inovador e sua preocupação com ações sociais, a companhia anunciou simultaneamente duas iniciativas arrojadas: a instalação de dispositivos de biometria para acesso a suas dependências e a contratação de deficientes físicos.
No dia seguinte, boa parte dos novos contratados não conseguiu entrar na empresa.

Ajuda

Meu povo, preciso de um dicionário de gírias de pitboys. Sabem aqueles manés que andam pelas praias e casas noturnas do Rio de Janeiro, sempre em bandos e acompanhados de cães ferozes, doidinhos para bater em alguém? Então. Como é o vocabulário desse povo? Como eles conversam?
Depois eu explico por que preciso disso.

Charada

Quem adivinhar qual é o terceiro livro de humor nacional mais vendido no Submarino, abaixo apenas de Verissimo e Casseta & Planeta, ganha meia mariola roída pelas baratas.

Resposta aqui.

Alá, meu bom Alá

Alguns leitores me pediram opinião sobre todo esse furdunço envolvendo a população do Butão e as charges de Krishna publicadas numa revista neo-zelandesa. Ou alguma coisa assim.
Pois então, meu povo: tenho opinião nenhuma não. Só um pitaco: nesses dias de calor, a gente sempre pode tomar uma cervejinha olhando as moças que desfilam com pouca roupa pelas ruas de nossas cidades. Agora imaginem um lugar onde o calor é constante, mas sem possiblidade de cerveja ou de mulheres seminuas (saiu na Veja a foto de uns barbudinhos empunhando uma bandeira da Dinamarca pichada com a figura de um pé. Um pé. Dizem que é ofensivo por lá. Do jeito que a mulherada se esconde, um pé desnudo deve ser para eles o mesmo que uma foto daquelas revistinhas que senhores japoneses desconfiados, suarentos e de sobretudo compram nas bancas do Centro)
Mas eu dizia: nada de álcool, e mulheres vestidas de forma a serem tão atraentes quanto cones de trânsito. Eu também sairia por aí queimando bandeiras e ameaçando toda a civilização ocidental, com olhos injetados e um pouco de baba no canto da boca.

Ainda bem que eu escolhi uma religião menos assustadora para achincalhar. Cristianismo? Mané cristianismo! Por enquanto meu alvo é o judaísmo, e até agora nenhum judeu reclamou. Judeus fazem piada até com campo de concentração, e sabem mais do que ninguém que o humor não deve respeitar nada. Dizem até que a cerveja foi inventada em Jerusalém, vejam vocês. Imaginem se eu resolvesse satirizar o islamismo? Provavelmente estaria andando pelas ruas olhando para os lados, vendo barbudinhos por todos os cantos.

Ah, mas vocês querem uma análise séria sobre o assunto, não é? Imaginei. Pois bem, leiam o que Alexandre Soares Silva tem a dizer sobre a celeuma toda aqui. E aqui a análise do companheiro Mercuccio.

Papo de jornalista

O Eduardo Vasques, meu amigo, colega de trabalho e objeto para alívio sexual nas horas vagas, começou uma série de entrevistas em seu blog, o famigerado Pérolas das Assessorias de Imprensa. Na primeira delas, o entrevistado foi Fabio Barros, que já pulou da redação para a assessoria dúzias de vezes, e finalmente sossegou na assessoria. Na segunda, publicada hoje, Cibelle Bouças, repórter do Valor Econômico, fala de sua vida pregressa nas assessorias de imprensa. A idéia do Edu é estender essa série sempre mostrando os dois lados. Ainda no começo, já dá pra notar alguma coisa: repórteres e assessores brigam muito, mas não vivem uns sem os outros.

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