Jesus, me chicoteia!

Coisas escritas em

Contador

Melhor comentário do ano até agora:

“Como Construir Seu Contador de Acesso”

1 – Envie spams pra todo o Brasil. Em cada spam terá um spyware que ficará alojado no computador do internauta, monitorando seus acessos. Isso se consegue facilmente com algum cracker desocupado.

2 – Cada vez que alguém acessar o JMC, o spyware detecta e envia um e-mail para você.

3 – Seu Outlook (ou similar) que ficará sempre ativo daqui por diante, à cada e-mail recebido do spyware, abrirá um pop-up dizendo que “recebeu novas mensagens” com um aviso sonoro (o tradicional “PÃ!”), que deve estar num volume consideravelmente alto.

4 – Uma peça de dominó (pode ser a “branca”, se você gosta de um estilo “clean”) que está posicionada em frente à caixa de som do seu computador, vai cair com a vibração do “PÃ!”.

5 – O dominó, por sua vez, empurra uma bolinha de gude (“dô nadis!”) que descerá por uma espiral (de sentido anti-horário, pra quem está descendo) até bater no interruptor de pressão de uma lanterna a laser, ligando-a.

6 – O feixe da lanterna deverá ser desviado por um conjunto de 4 espelhos, estrategicamente espalhados pelo local, finalizando na testa do Jackie Chan que estará amarrado e amordaçado em uma cadeira.

7 – Jackie Chan, pensando ser a mira de uma arma, ficará apavorado com o laser, derrubará a cadeira (com ele junto) que cairá sobre uma catraca de ônibus, fazendo-a girar.

8 – Ao giro da catraca, o contador da própria será acrescido de um algarismo.

Como viu, é simples. Colaboraram neste magnífico projeto, o Frajola, o Coyote e os animadores da vinheta do programa Rá-Tim-Bum.

(Esse ócio ainda me mata.)

Áureo

Visitem o Vida Besta, blog do Áureo. O cara manda bem. E leva jeito para ser o próximo Rube Goldberg.

Loucura

Visualizem: no primeiro banco de um microônibus, uma senhora carregando mais pacotes do que eu ou você seríamos capazes ocupa os dois lugares. O motorista, muito educadamente, pede:
— Será que a senhora poderia liberar um lugar?
— QUE FOI? EU SENTO ONDE EU QUISER!
— Eu sei, senhora. A senhora senta onde quiser, mas não pode ocupar dois lugares. Tirando isso, pode até viajar de graça.
— VOU DE GRAÇA MESMO! EU TENHO SETENTA E DOIS ANOS, TÁ ME OUVINDO? PERAÍ, DEIXA EU ACHAR MINHA IDENTIDADE.
Ela começa a fuçar na bolsa, na outra bolsa, nas sacolas todas. Enquanto isso, resmunga. Muito. O motorista desiste:
— Não precisa não, senhora. Deixa quieto.
— NÃO FICO QUIETA NÃO! QUEM MANDA NA MINHA BOCA SOU EU, ME RESPEITE!
— Eu não falei pra senhora ficar quieta. Eu tenho educação, ao contrário da senhora.
— EU SOU ESQUIZOFRÊNICA, NÃO ME ENCHE O SACO!
Taí. A frase dava um bom adesivo.