Mea Culpa

Vocês estão certos, eu estou errado(o que só acontece uma vez a cada dois anos): forcei a barra para relacionar o filme Lost In Translation à discussão sobre amizade entre homem e mulher. Mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa.


8 thoughts on “Mea Culpa”

  1. Só rezo para que você veja de novo o filme e não o ache “apenas bom”. Aquelas longas tomadas eram pra mostrar a solidão dos personagens num lugar estranho. O Japão é só uma metáfora. E quando você parar de falar que o filme é uma comédia romântica seria bom também 😉

  2. Touché.

    Acabei de assistir ao filme, motivada por tantas críticas positivas (inclusive a sua).

    Vim pensando, do cinema até aqui em casa, se realmente achava que o filme discutia a questão deste tipo de amizade. Achei que não.

    Mas enfim, acho que o amor é, de certa forma, uma grande amizade (não estamos falando de paixão, certo?). Amar é querer que o outro fique bem. Ser amigo também.

    My 2 cents.

    Beijim.

  3. Olha, sabe o que eu acho? Que “mea culpa” é palavreado de cabelereiro.

    – Caralho! Você cortou minha orelha com essa tesoura!

    – Ai, mea culpa, beibe.

  4. Vinicius, quando os microfones aparecem, é culpa do projetista que não formatou o filme como vem nas instruções da lata do filme. Se todos os filmes fosse projetados de maneira errada, você veria os seus filmes favoritos cheios de fita crepe e microfones. Isso aocntece porque o formato dos filmes muda conforme a vontade do diretor. O filme sempre é expoxto em 4:3, mas você escolhe qual é seu campo de trabalho, que pode ser 1,85:1, 16:9, etc. Então, se você projetar da maneira correta, o microfone não via aparecer. Você pode ver que em DVD e na TV isso nunca acontece, pois o filme já é distribuído no formato certo.

Diga aí!