Teste
Ei, quero fazer um teste e preciso da ajuda de vocês. Negócio seguinte: vou fazer o chat só com áudio, pra ver se o Encoder permite que mais de cinco clientes conectem-se ao mesmo tempo. Preparados? Cliquem aqui
Ei, quero fazer um teste e preciso da ajuda de vocês. Negócio seguinte: vou fazer o chat só com áudio, pra ver se o Encoder permite que mais de cinco clientes conectem-se ao mesmo tempo. Preparados? Cliquem aqui
Eu sei que já me referi a ela em termos pouco elogiosos (aqui), mas hoje eu tive que me render. Por quê? Oras, primeiro porque agora já passou aquela superexposição, e eu pude ouvi-la com a atenção que merece. E depois:
Até comprei o DVD.
Que tal um chat, meninas?
(Tá funcionando agora)
Depois da morte de Abimeleque (já foi tarde!), um certo Tolá (Tolá!), que era filho de Puá (Puá!) e neto de Dodo (DODO! MEU DEUS!) tornou-se juiz de Israel. Ele era da tribo de Issacar, mas morava em Samir, nas montanhas de Efraim. Liderou o povo durante vinte e três anos. Então morreu e foi enterrado em Samir.
Tolá foi sucedido por Jair, nascido em Gileade, que foi líder por vinte e dois anos. Jair tinha trinta filhos, e cada um deles tinha uma cidade em Gileade. Além disso, apesar de Jair ser um cara muito legal, seus filhos eram uns pretensiosos, que faziam músicas metidas a espertinhas, lançando-as por uma gravadora de nome cool e… Ah, não, esse é outro Jair. O Jair do qual falávamos, juiz de Israel, morreu e foi enterrado em Camom.
— Come on, eu preciso já ir.
— Vai indo, daqui a pouco eu tô lá.
— Legal. E vê se fala pro Sam ir.
Ah, sinto muito, não resisti.
O quinhão de mim mesmo que eu pretendo mostrar já está aqui. Escrevi uns posts tristes, estou triste. E é só. O que não for dito aqui no blog NÃO INTERESSA A VOCÊS. Agradeço muito às pessoas que mandaram e-mails e fizeram comentários oferecendo apoio, coisa e tal. De verdade, sinto-me melhor com manifestações assim. No entanto, tem nego que não recebeu educação, então acha que pode especular sobre a vida de gente que sequer conhece (embora essas pessoas partam do pressuposto que me conhecem, que são meus amigos, só porque lêem meu blog. Imbecis). Escrevem pedindo mais detalhes, querendo que eu explique trechos obscuros. A esses eu peço que não voltem mais. Este blog não é para vocês.
Eu só penso bobagens, meu Deus! Ontem, por exemplo, o ônibus que vinha de Curitiba para São Paulo fez sua costumeira parada no posto Graal. Tomei uma coca e depois fui ver umas porqueiras para comprar. Passei por uma bancada cheia de pacotes de banana passa. Então fiquei imaginando como seria legal vender tal produto na Parada do Orgulho Gay:
— Banana passa? — eu ofereceria.
— Ô, se passa! — responderiam as bichas.
…
Claro que não comentei nada com a Ieda, que me acompanhava. Provavelmente ela não voltaria para o ônibus depois dessa.
O maior comentarista de blogs em toda a história da humanidade (tanta coisa pro cara ser…), bobmacjack, finalmente resolveu admitir que não passa, na verdade, de um reles blogueiro: visitem seu blog de nome pretensioso, Onipresente Ausente. Ele diz que foi influenciado por Lilla, Fer, o finado Pedro Nunes e este que vos fala. Ou seja, não tem como dar certo. De qualquer modo, já está ali nos Profetas.

O primeiro CD do Los Hermanos por R$ 8,60 (oito reais e sessenta centavos!!!) na Somlivre.com. Já comprei o meu, claro.
Lendo no Submarino a resenha do CD Cantada, de Adriana Calcanhoto, deparei-me mais uma vez com um aspecto da carreira dessa cantora que me incomoda muito: já repararam que ela é sempre mencionada como revelação? Qual o problema com ela? Gosto (muito) de suas músicas, das letras, dos arranjos, e muita gente que eu conheço também gosta. Então por que será que ela nunca deslancha? Vive sempre nesse limbo, nesse vestíbulo do estrelato. Nâo venham me dizer que ela é alternativa, porque não é nada disso. Deve ser muito triste receber prêmios do tipo revelação do ano no decorrer de quase catorze anos de carreira profissional. Seu primeiro CD é de 1990, e então muita gente já apostava nela como a grande revelação da década de 90. E ela não só o foi, como ainda conseguiu ser a grande revelação da década seguinte. Coisa triste.
Já era hora de alguém revelar Adriana Calcanhoto de vez. Começar todo ano como negativo deve ser um pé no saco.