Jesus, me chicoteia!

Coisas escritas em

Coral

Ei, crianças! O moskito, nosso mestre e senhor, teve a idéia de fazer um coral de natal dos blogueiros. Bela idéia, não? E é fácil de fazer: você baixa o arquivo que está logo aí embaixo e grava sua voz no mesmo andamento e tom que a do moskito. Depois é só enviar o arquivo para este e-mail. Fácil, né? Então vamos mandar bala:

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(botão direito/salvar como)

É cada uma…

Quer saber de uma coisa? eu não vou ficar mais aqui perdendo meu tempo com essa porcaria de site não, eu pensei q era legal, mas vcs são podres… estava olhando os outros post, e fiquei com vontade de vomitar…
vcs brincam com Deus sabia? e Deus não é brincadeira… anotem bem isso: vai chegar o dia em q vcs vão se arrepender de terem falado tanta asneira… um dia Deus julgará a todos, e eu tenho pena de vcs… Jesus não é do caralho não, Jesus é Santo, vcs deveriam lavar a boca antes de pronunciar esse nome…
Deus é Fiel!!!! Sou evangélica com muito orgulho!!! Deus é Bom mesmo.. Aleluia!!!

(Gabi)

Tchau, puta intolerante. Vai lá. Vomite bastante, quem sabe não sai todo esse fel de dentro de você? Você está morta por dentro, moça, muito cuidado. Você vai pro céu depois que morrer, não vai? Bom pra você! Que tal então aproveitar enquanto está por aqui pra ajudar as pessoas, para espalhar bondade? Seguir o exemplo de Jesus, sabe? Jesus era um cara legal, e andava em péssima companhia. Porque ele amava as pessoas. TODAS as pessoas. E quanto a você? Você tem ÓDIO apenas por ter lido meia dúzia de posts aqui. Se você fosse uma cristã sincera, ou entenderia qual é a proposta do blog e riria um pouco, ou pelo menos faria um comentário mais ameno, mais bondoso. Diria que vai orar por mim, essas coisas. Tem um monte de gente que faz isso, e eu acho legal. Acho que essas pessoas estão erradas, mas agradeço. Porque fico feliz de pensar que alguém que eu sequer conheço reservou uma parte de seu tempo para se preocupar comigo. Mas e você? Pessoas como você é que deixam o cristianismo (ou qualquer outra religião) desacreditado. Ser cristão assim é fácil pra caralho. É só sair por aí acusando todo mundo. Fácil, fácil. Quero ver nego se esforçar para seguir o exemplo de Cristo.
Gabi, Gabi… Vai dar meia hora de cu, vai. Cê tá precisando.

Só outra coisa: EU SOU UM SÓ, CARALHO! QUE “VOCÊS” PORRA NENHUMA!

Mystic River

Escaldado pelos dez reais irremediavelmente perdidos assistindo ao filme do Casseta & Planeta, ontem resolvi gastar meu dinheiro em algo melhor. A Fer me deu a dica: um filme com Sean Penn (per brindare un encontro), Tim Robbins e Kevin Bacon, e dirigido por Clint Eastwood. Pareceu-me bom, então lá fui eu assistir “Sobre Meninos e Lobos” (Mystic River). E não perdi meus dez reais dessa vez. PERDI DOZE.
Não é que o filme seja ruim. Ele não consegue ser ruim, assim como não consegue ser nada. Não se decide sobre que tema vai seguir e acaba não seguindo nenhum. É sobre assassinato? É sobre amizade? A perda da infância? Mais de duas horas contando uma história que caberia fácil em 80 minutos. O resultado é parecido com ouvir um LP em 33 rotações (não vou explicar isso pra vocês, molecada, vão perguntar aos seus pais). Há o recurso fácil de caracterizar um dos pedófilos como padre, só faltava botar o Michael Jackson pra fazer o outro. Triste.
Sean Penn dá mais um passo importante no que parece ser o objetivo da sua vida: ser sósia do Robert DeNiro. Kevin Bacon está canastrão, mas quando é que ele não está. Tim Robbins exibe a costumeira atuação impecável, mas não é o bastante para resgatar o filme.
E temos Laurence Fishburne fazendo o papel de um sargento da polícia de nome engraçado (Whitey Powers — Forças Branquinhas). Fishburne, para quem não sabe, é o Morpheus de Matrix (pé de pato mangalô treis veiz). Deve ser triste isso, não? Ficar tão marcado por um personagem que passa a ser confundido com ele pelo resto da vida. Acham que é pouco? Vão chamar o Antonio Abujamra de Ravengar, vão…
Bom, hoje é quarta-feira, dia de cinema mais barato (pelo menos aqui em São Paulo). Estão pensando em assistir “Sobre Meninos e Lobos”? Hum… Esperem sair em DVD. Assistam “Simplesmente Amor”. É excelente, eu só não escrevi um post a respeito para não admitir que gostei de um filme romântico.

Aliás, estou começando a definir uma regra aqui dentro do cabeção: a qualidade de um filme é inversamente proporcional à quantidade de citações de críticas no pôster. Por exemplo:

Se eu tivesse visto esse pôster antes, nem perderia meu tempo (E MEU DINHEIRO) indo ver o filme.