Jesus, me chicoteia!

Coisas escritas em

Tá todo mundo lá!


CHAT DO ¿DE QUE JEITO?

(Sala Carazinho)

Nando é Rei

Fui a outro show do Nando Reis ontem. E vou a mais um na próxima quarta-feira. E a quantos mais eu puder. Porque o cara mata a pau. Ainda mais agora, que descobri que a letra de Dois Rios, do disco novo do Skank, é dele.
De toda aquela geração do rock nacional dos anos 80, Nando Reis é o único que continua fazendo algo de novo e autêntico. Os outros poderiam muito bem sair de cena. É constrangedor ver esses caras por aí tocando as músicas de 20 anos atrás.

Regras

Tanta gente vomita na casa do Dadá (autores de blogs cujos personagens são casais, por exemplo), que ele resolveu estipular as 7 Regras Básicas de Como Vomitar. Recomendo a todos os bêbados.

Coincidências

Por causa dessa história do metrô, começou aqui uma discussão sobre coincidências. Então eu estava aqui dando uma olhada no Balde de Gelo e lembrei de uma coincidência incrível ocorrida ano passado.
Era um tempo em que o Balde era atualizado com freqüência. Eu, Daniela, Tonon e Risadinha íamos sair de férias juntos e fazer uma viagem de carro pelo belíssimo litoral brasileiro, de tão exuberante beleza que enche os olhos de… Ok, ok. Foco. Como eu dizia, ficaríamos um mês fora, e Daniela e eu nos preocupávamos com a ausência de atualizações na história do nosso casal predileto. Solução encontrada: botamos Ele e Ela para fazerem a mesma viagem que nós.
Pois muito bem. No final capítulo em que os dois decidem a viagem há um trecho de uma música do Tim Maia, Sossego. Eles acabaram de entrar na Dutra e a música começa a tocar.
Tá, e daí? Bom. No dia seguinte à publicação desse capítulo, o Quarteto Fantástico começou sua viagem. Entramos no carro e pegamos a estrada. Tínhamos acabado de entrar na Dutra quando o Tonon, que estava dirigindo, pediu pro Risadinha escolher um CD.
— CD? Hum… Tim Maia, pode ser?
(eu e Daniela só olhando)
— Claro.
O Riso botou o CD pra tocar. Primeira música? Sossego. Dei risada:
— Aê, Riso, obrigado pela homenagem.
— Hein?
— Homenagem, porra.
— Que homenagem, caralho?
— Cê botou Sossego assim que a gente entrou na Dutra…
— Sim. E daí? — nesse momento tanto ele quanto o Tonon pareciam desconcertados.
— QUE NEM NO CAPÍTULO DO BALDE DE GELO, CARALHO!
— Que capítulo???
— O de ontem, oras!
— Ah, teve capítulo novo ontem? Não vi não. O último que eu li foi aquele em que ela foi demitida.
— HEIN??? — eu e Daniela juntos.
— Peraí. Do que cês tão falando?
Contamos a história toda para eles, que ficaram espantados também, é claro. Então apareceu um anjo no meio da estrada e o carro parou. O Tonon desceu e começou a chutar o carro, que acabou pegando. Mais pra frente, o anjo apareceu de novo e o carro parou outra vez. Descemos os quatro e começamos a socar o capô. Na terceira vez em que aconteceu, o carro falou:
— Qualé? Qual foi? Que que tu tá nessa?
E então… Não, peraí. Tô repetindo a história do Balaão com a jumenta.

Deu no jornal

Ao contrário do que eu disse que ocorreria, a notícia do crime ocorrido na estação do metrô saiu na imprensa, mais precisamente no Jornal da Tarde. Aliás, esta eu sonhei que abria o jornal e lia a notícia… Tá, tá, mentira.
Na notícia diz-se que o crime foi cometido na estação Corinthians-Itaquera, mas como vocês podem ver acima (o cara que desenhou não conhece a estação, o metrô teria que vir pela direita dos dois), foi na estação Anhangabaú na plataforma de embarque para Itaquera.
Blablablá, detalhes. O que mais me impressiona é a mulher ainda ter sido retirada viva dos trilhos. É improvável que ela sobreviva, foi atropelada por dois vagões. Ainda assim, caralho!

Biografia

Nego sempre pergunta da minha vida, fala que eu deveria botar uma seção “sobre o autor” ali na coluna da direita, essas coisas. Eu não o faço porque meu narcisismo não chega a tanto. E também porque biografia tem muito mais valor quando escrita pelos outros. E mais valor ainda quando o autor da biografia é o praiano Nelson. Leiam lá, aquilo é tudo que vocês precisam saber sobre minha vida.