Jesus, me chicoteia!

Coisas escritas em

Agradecimento mui especial

Toda gratidão do mundo ao Joebass que, como se não bastasse ter saído de Campinas para ir à minha festa, ainda me pagou uma cerveja e depois me trouxe aqui em casa, não sem antes levar a Fatamorgana até a casa dela, láaaaaaaaaa em Interlagos. Mano, muitíssimo obrigado.

Identificação imediata

O último post do Modo de Usar tem tanto a cara da Bárbara que se não estivesse no blog dela eu ia ficar muito assustado.

A piada mais interna de todos os tempos

Sobre a festa

Bah, nem vou falar da festa. Querem saber como foi? Leiam lá no Ligeirinho. Ah, e o plantão Fofocorélio (by Risadinha do Jacaré & Rafael Capanema) informa: A boo não trocou de namorado, ok? Continua com o Rafael, e não com o Thiago. O Ligeirinho que é cabaço pra caralho mesmo. O cabação arrumou. Ah, e acho que ele se apaixonou pelo Tonon. Babado forte, mona!

Incapacidade

Hoje de manhã fui fazer aulas de direção. Marquei essas aulas estrategicamente, já que amanhã volto ao Detran.
Há pessoas que não conseguem tocar um instrumento musical. Ficam anos tentando e só conseguem decorar alguns acordes e tocar sem ritmo umas músicas que ninguém reconhece. Outras não conseguem se expressar através da escrita. Conversam bem e coisa e tal, mas aí vão tentar escrever e sai um puta negócio confuso, sem pontuação, com idéias dispersas demais, as frases atropelando-se umas as outras.
E há pessoas que são incapazes de guiar um carro. Eu me enquadro aí.
E daí, oras? Por que isso é tão inaceitável? Eu não consigo, é só isso. Há várias outras coisas que não consigo, como torcer a boca pro lado direito, mexer as orelhas feito Rafael Capanema ou mexer a cabeça no estilo Fat Family, como tão bem faz a boo. Ninguém me censura por isso, por que me censurariam por não conseguir entender a lógica por trás daquele esquema todo de embreagem, freio, acelerador, direção e — principalmente — freio de mão?
Então hoje eu fiz as tais aulas e não adiantou nada: Continuo fazendo tudo errado. Amanhã vou fazer a prova do Detran e não vou passar. Poupem-me de seus comentários otimistas e motivadores: Eu SEI que não vou passar. Não sou capaz.
É claro que existe um jeito de passar: Custa apenas 450 reais. Vejam só, eu posso conversar com a instrutora na autoescola, a qual botará as engrenagens pra rodar, devidamente engraxadas pelas minhas 450 pilas, e pronto, cá estarei eu feliz e contente com minha carteira de habilitação. Mas há um problema aí: Se eu fizer isso, se eu comprar minha carta (sou paulista, porra!), com que cara vou olhar meu pai? Como vou conseguir olhar nos olhos daquele que me ensinou que ser homem não tem nada a ver com bravatas de valentia, mas sim com falar a verdade, sempre a verdade, e ser absolutamente honesto, custe o que custar? Não, meu povo, não vou causar essa decepção ao velho. Não vou alimentar o sistema de corrupção. Já passei da idade de acreditar que minha atitude pode ajudar a mudar o mundo; sei que não pode. Mas preciso manter minha consciência tranqüila.
Mesmo consciente disso, no entanto, mesmo já sabendo que sou incapaz de aprender a dirigir, não posso deixar de dizer que isso me entristece. Mas pelo menos toco meu violão, escrevo minhas coisas, e levo o maior jeito com fantoches.

As tão esperadas fotos

Belos casais