Putz. Vai ser foda pro grande baterista dos Rolling Stones se adaptar ao novo instrumento…

Foto do meu antigo lugar de trabalho:

O Bug do Milênio:

Meu troféu de Destaque do ano 2000 pelo senso de humor (palhaço da empresa o caralho!):

Meu veadinho (presente do ex-diretor, afe!):

Meu micro:

Meu Pikachu vibrador:

O Jorge:

cavalodepau.jpg

Preciso falar mais alguma coisa? PRECISO??? Essa foto que une a pedofilia ao bestialismo pode ser encontrada no site de uma loja de brinquedos. JURO!!! Vejam aqui. Notem a descrição do produto: Cavalo de pau com som!!! Nem quero saber que som é esse, mas deve ser uma imoralidade só.
Ô, mundo sem jeito!

(Podre é o caralho. Epa…)

Eu amo Bianca, Camila, Daniela e Gabriela. Porque elas fazem com que eu me sinta normal, apesar de tudo.
Não, vocês não têm nada com isso.

Aquela seria só mais uma tarde de tédio, não fosse a ligação de Daniela Abade com um convite inesperado:
— Marco, quero que você escreva a orelha do meu livro.
— Orelha? Livro? Você escreveu um livro?
— Não, estou pensando em lançar uma capa em branco, com páginas em branco e apenas a orelha escrita por você… É claro que eu escrevi um livro, oras!
— Mas… Mas… Cê conhece tanta gente legal e importante! Por que eu?
— Coloquei vários papeizinhos com nomes dentro de um chapéu. Aí só de farra incluí o seu. Para meu azar, acabou que justamente você foi sorteado.
— Mas… Eu nem li o livro!
— Não seja por isso, já vou mandar pra você. Vai escrever ou não?
— Claro, claro! Será uma honra!
— Sem viadagem.
— Sem viadagem é mais caro.
Tá, tá, o diálogo não foi exatamente assim. Mas foi algo mais ou menos por aí. O negócio é que minutos depois eu recebi o livro por email. E ainda bem que eu ainda não havia entrado nessa fase maluca de vir ao escritório para trabalhar, porque teria atrasado tudo. Depois que acabou, primeiro livro de Daniela Abade, é daqueles que te hipnotizam, te fazem rir, chorar, pensar, perder o fretado e chegar em casa tarde pra caralho.
Escrever a orelha foi um sofrimento. Eu queria produzir algo à altura do livro, coisa que meu talento não permitiria. Acabei escrevendo algo razoável, que eu espero que desperte a curiosidade dessa espécie abundante nas livrarias, o Leitor de Orelhas.
Quanto ao livro, será um inevitável sucesso. Vocês poderão perceber isso logo no lançamento, dia 11 de abril na Siciliano do… Bah, taí o convite. Cliquem no danado para irem ao hotsite do livro:

Hoje é dia de Ombudsman no Clube da Lulu! ÊBA! Todo mundo lá! Ombudsman bêbado não tem dono! É! IUPI! VIVA!
Bah.

(E tem um erro estúpido lá. Enquanto não é corrigido: onde se lê misantropia, leia-se misoginia. Obrigado.)

Meu micro:

Meu violão:

Meu outro violão, herdado do meu pai:

Meu macaco que fuma charuto e assovia:

Parte da minha estante de livros:

Adesivo colado na janela do quarto:

Minha cara de “Ei, é noite de sábado e estou sozinho jogado às traças, mas pelo menos tenho uma câmera digital nova!”:

Quer fazer um blog mas tem preguiça só de pensar nesse negócio de template, sistema de comentários, figuras etc? Pois chegou a solução para os seus problemas! O moskito resolveu leiloar o de que jeito! Dê seu lance aqui. Vale a pena!

Lá em cima meu irmão ouve Rage Against The Machine e Planet Hemp no talo. Aqui embaixo eu ouço Ray Charles e João Gilberto no volume máximo. No meio, meus pais pensam em fugir de casa.

Risadinha é um bom rapaz. Mandou pra mim o link para a nova música do REM, Final Straw. Querem ouvir também? Aqui, ó. E a letra é foda, vejam só:

Final Straw

As I raise my head to broadcast my objection
As your latest triumph draws the final straw
Who died and lifted you up to perfection?
And what silenced me is written into law.

I can’t believe where circumstance has thrown me
And I turn my head away
If I look I’m not sure that I could face you.
Not again. Not today. Not today.

If hatred makes a play on me tomorrow
And forgiveness takes a back seat to revenge
There’s a hurt down deep that has not been corrected
There’s a voice in me that says you will not win.

And if I ignore the voice inside,
Raise a half glass to my home.
But it’s there that I am most afraid,
And forgetting doesn’t hold.

It doesn’t hold. Now I don’t believe and I never did
That two wrongs make a right.
If the world were filled with the likes of you
Then I’m putting up a fight. Putting up a fight.
Putting up a fight. Make it right. Make it right.

Now love cannot be called into question.
Forgiveness is the only hope I hold.
And love—– love will be my strongest weapon.
I do believe that I am not alone.

For this fear will not destroy me.
And the tears that have been shed
It’s knowing now where I am weakest
And the voice in my head. In my head.

Then I raise my voice up higher
And I look you in the eye
And I offer love with one condition.
With conviction, tell me why.
Tell me why.
Tell me why.
Look me in the eye.
Tell me why.