Recadinho
Hoje eu estou muito propenso a apagar comentários e banir comentaristas. Então não me encham o saco. E você, que já foi banido, entenda de uma vez por todos que NÃO É bem-vindo aqui.
Hoje eu estou muito propenso a apagar comentários e banir comentaristas. Então não me encham o saco. E você, que já foi banido, entenda de uma vez por todos que NÃO É bem-vindo aqui.
1. Não gosto daquele palerma do Chicote Verbal se fazendo de coitado o tempo todo.
2. Não gosto do desespero nos olhos daquele palhaço patético do Emotionrélio.
Chicote Verbal e Emotionrélio estão com seus dias contados acabaram. Perderam o sentido. Faço isso primeiro em respeito a uma grande amiga que resolveu sumir da minha vida tão repentinamente como entrou, causando em mim tristeza maior do que a que eu já vinha sentindo.
Aos especuladores que acham que me conhecem, que acham que têm liberdade para fazerem deduções a respeito da minha vida, já adianto logo que essa história nada tem a ver com aquela outra garota, para quem eu fiz o blog secreto. Ela continua a amiga de sempre. Aceitem isso e não tentem adivinhar o resto.
Ah, e tem os ignorantes de sempre no Chicote Verbal, o mesmo tipo de gente que vai no Balde de Gelo demonstrar indignação, gente estúpida que se acha inteligente ao “descobrir” que aquilo tudo é mentira, e não se conformam com o fato de o autor tê-las tentado enganar. Eu não sei como é possível a essa altura do desenvolvimento da civilização ainda existirem pessoas que não sabem que existe um negócio chamado FICÇÃO. E que é fictícia boa parte da arte que se produz, arte que faz nossas vidas mais suportáveis. Vendo isso, sinto-me sozinho diante de tão imensa massa de ignorância.
Este é um post um tanto confuso, de idéias muito dispersas e mal escrito pra caralho. Sei disso. Algumas pessoas vão me entender, outras não. Pouco importa.
Então ontem eu resolvi assistir alguns dos meus filmes prediletos. Tive ânimo para apenas dois: Clube da Luta e Alta Fidelidade. E eu nem queria ser Tyler Durden: Um Rob Flemming pra mim já estava bom.
Mas enquanto assistia Clube da Luta, senti um estranho alívio: Eu tinha um amigo imaginário quando criança. O Buduque. Era só um amiguinho imaginário, que com o tempo foi ganhando feições, personalidade e, o que é mais estranho, amigos. Ele tinha uma amiga grande (OITO anos de idade, quase uma adulta!) chamada Tata, que tinha o cabelo igual ao da Gal Costa e gostava de brincadeiras de roda daquelas bem chatas. E um amigo inglês, cujo nome era um negócio enrolado, não me lembro bem. Alguma coisa como Blerrys, essas palavras que as crianças inventam. O Blerrys era loiro e miudinho, e quase não falava. Vivia de cabeça baixa, triste por ninguém entender o que ele dizia. Acho que o Blerrys era um reflexo de mim mesmo, mesmo porque até hoje eu não me fiz entender.
Enfim, mas por que o alivio? Simples: Já imaginaram se eu deixasse esse negócio de amigos imaginários se desenvolver indefinidamente? O Edward Norton já teve todo aquele trabalho com um só, imaginem com uma dúzia…
— Pokemon [eu], onde que eu consigo baixar umas músicas, fora o Kazaa?
— Por quê?
— Tô procurando umas músicas da Leila Pinheiro e no Kazaa eu não acho.
— Pois vai ficar sem.
— Não tem outro?
— Até tem. Mas eu é que não vou ajudar ninguém a ter acesso às músicas da Leila Pinheiro.
— ???
— EU ODEIO AQUELA MULHER! E VOCÊ NÃO VAI OUVIR LEILA PINHEIRO AQUI!
— …
— É ISSO MESMO! VAI PROCURAR MÚSICA DECENTE, PORRA!
Hehehe. Assisti Alta Fidelidade ontem…
Vamos acabar logo com isso! Ao contrário do que dizia meu ex-estagiário, eu NÃO ME PAREÇO com aquela bicha do Mário de Andrade. Vejam!

Espero que agora essa palhaçada acabe. Humpf.
Só mesmo deus pra melhorar esse negócio todo aqui. Valeu, véio. Pouquíssimas pessoas conseguem ser amigas de seus ídolos. Eu sou um privilegiado.

Definitivamente, a convivência entre pessoas como moskito e Daniel Lima devia ser proibida. O que cê achou disso, Chevy?

Bah!
Voltamos à nossa programação normal.