Jesus, me chicoteia!

Coisas escritas em

Fight Club

Então ontem eu resolvi assistir alguns dos meus filmes prediletos. Tive ânimo para apenas dois: Clube da Luta e Alta Fidelidade. E eu nem queria ser Tyler Durden: Um Rob Flemming pra mim já estava bom.
Mas enquanto assistia Clube da Luta, senti um estranho alívio: Eu tinha um amigo imaginário quando criança. O Buduque. Era só um amiguinho imaginário, que com o tempo foi ganhando feições, personalidade e, o que é mais estranho, amigos. Ele tinha uma amiga grande (OITO anos de idade, quase uma adulta!) chamada Tata, que tinha o cabelo igual ao da Gal Costa e gostava de brincadeiras de roda daquelas bem chatas. E um amigo inglês, cujo nome era um negócio enrolado, não me lembro bem. Alguma coisa como Blerrys, essas palavras que as crianças inventam. O Blerrys era loiro e miudinho, e quase não falava. Vivia de cabeça baixa, triste por ninguém entender o que ele dizia. Acho que o Blerrys era um reflexo de mim mesmo, mesmo porque até hoje eu não me fiz entender.
Enfim, mas por que o alivio? Simples: Já imaginaram se eu deixasse esse negócio de amigos imaginários se desenvolver indefinidamente? O Edward Norton já teve todo aquele trabalho com um só, imaginem com uma dúzia…

Cenas de trabalho

— Pokemon [eu], onde que eu consigo baixar umas músicas, fora o Kazaa?
— Por quê?
— Tô procurando umas músicas da Leila Pinheiro e no Kazaa eu não acho.
— Pois vai ficar sem.
— Não tem outro?
— Até tem. Mas eu é que não vou ajudar ninguém a ter acesso às músicas da Leila Pinheiro.
— ???
— EU ODEIO AQUELA MULHER! E VOCÊ NÃO VAI OUVIR LEILA PINHEIRO AQUI!
— …
— É ISSO MESMO! VAI PROCURAR MÚSICA DECENTE, PORRA!

Hehehe. Assisti Alta Fidelidade ontem…

Nada a ver!

Vamos acabar logo com isso! Ao contrário do que dizia meu ex-estagiário, eu NÃO ME PAREÇO com aquela bicha do Mário de Andrade. Vejam!

   

Espero que agora essa palhaçada acabe. Humpf.