Jesus, me chicoteia!

Coisas escritas em

Todos os banners

Nas semanas anteriores à festa, recebi e publiquei vários banners de divulgação feitos com muito carinho pelos meus amigos leitores. Passada a festa, eu não poderia simplesmente descartar esse tesouro. Então criei uma galeria com os banners, que vocês podem conferir aqui. Avisem-me se estiver faltando algum.
— E as fotos da festa, Marcurélio???
Então, deixa eu explicar isso também: Gastei dois filmes de 36 poses na festa (quer dizer, eu não, meus fotógrafos: os irmãos Denis e Denise Tonon, também conhecidos como Dr. Evil e Mini Me). Quando o primeiro filme terminou, minha sócia o guardou na bolsa e eu esqueci de pegá-lo quando ela foi embora. É muito difícil nos vermos durante a semana, então só terei o filme no sábado. Prometo revelá-lo o mais rápido possível assim que o tiver em mãos.
— Tá, mas e o segundo filme?
Tá comigo, oras.
— E POR QUE NÃO MANDA REVELAR, CARALHO???
TÁ LOUCO??? Mandar revelar o segundo filme antes do primeiro? E a ordem, onde é que fica? Nananinanão! Ou ambos ou nenhum.

(Sim, tenho manias estranhas)

Só um toque

Ao contrário do que foi dito por um imbecil nos comentários de um post aí, não, você NÃO TEM o direito de escrever o que der na telha aqui. Se eu não gostar, ou não achar bonito, ou não estiver a fim de ler bobagem, apago o comentário, mando seu autor para a lista de banidos e pronto. Se você quer escrever o que bem entender, faça seu próprio blog. Isto aqui — caralho, é tão óbvio e eu tenho que ficar repetindo — é meu.

Prêmio

Pronto, galera, tá decidido qual será o prêmio para o 200.000º visitante: Um kit Editora Gênese, contendo um Jogo do Eu, um Prazer em Conhecer e um Labirinto do Minotauro. Não se preocupem, eu banco o envio.

(E jabá é o caralho!)

Chuif…

Certas declarações têm um valor maior, dependendo de onde vêm.
Lelê, nem vou dizer nada. E nem preciso, depois de doze anos de convivência.

De amor, de guerra e de outras coisas

George W. Bush. O Ronald Golias mais poderoso do planeta. O Alfred E. Neuman que manda no globo. E doidinho pra começar uma guerra. A imprensa do mundo inteiro não sabe falar de outra coisa. Afinal de contas, a guerra pode ser declarada a qualquer instante e não podemos perder um movimento sequer desse jogo.
Triste mundo! Falar de amor e outros belos sentimentos é piegas e ridículo, enquanto se entoam louvores à guerra. Eros, Vênus, aposentem-se! Marte e Tanatos estão na moda, e nada do que vocês fizerem poderá mudar isso.
Por muito tempo eu também quis me ajustar a esta nova ordem. A insensibilidade absoluta era meu ideal. Mas isso cansa. Sufocar o que se sente é sufocar a si mesmo. Olho ao meu redor e o que vejo são pessoas em desespero tentando arejar (um pouco que seja) a alma.
Então ouso pensar que estou certo, e o mundo está errado. “Ah, o Marco Aurélio anda muito viado”. Foda-se. O que vocês, tão machos, ganharam passando a vida escondendo o que sentem? Proteção? Garantia? Então olhem para dentro, procurem alguma coisa. Não encontram, não é mesmo? Empurraram os sentimentos tão lá para o fundo que agora não têm mais o que proteger ou garantir. O fundo da alma humana é pleno de lodo e merda; por que empurrar para lá o que temos de melhor? Prefiro que esses sentimentos flutuem, mesmo sabendo que na superfície eles estão muito mais vulneráveis.
“Ah, o JMC anda muito sem graça”. Foda-se. Não sou jukebox de piadas. Há milhares de excelentes sites de humor por aí. Isto aqui é um blog. Mesmo tendo o humor como característica principal, ainda traz em si muito da tristeza e da timidez do autor. Quem quiser só o lado engraçado, que vá ver minhas caretas no Emotionrélio.
Foda-se, foda-se. Meu gene do semancol é defeituoso. Meu senso de ridículo disse que ia comprar cigarros e nunca mais voltou. Faço serenatas, mando flores, dedico músicas no karaokê. Porque sou tímido espalhafatoso, de perto ninguém é normal.
Não gostou? Marcurélio tá ficando mole? Vá embora! Vá ler um livro, jogar videogame ou tomar aulas de tango. Só não me torre. Isto aqui é meu, que ninguém se esqueça disso. E vou falar o que penso e sinto (principalmente o que sinto) sempre que achar necessário ou conveniente. Se você aceita, muito bem. Se não aceita, é um imbecil, porque eu momento algum eu solicitei sua autorização para escrever aqui. Espernear contra o que aqui está é tão estúpido quanto amaldiçoar a chuva: Meus textos, assim como as condições metereológicas, não dependem de você.
O blog é meu. E se amanhã eu decidir abandonar a sátira bíblica e começar a postar poemas ou receitas de bolo, isto é problema meu. Sou um homem e faço o que quero da minha pobre vida e da minha arte mais pobre ainda. Se você é um moleque e acha isso engraçado, aí sim é problema seu. Porque você não é digno nem de lamber minhas bolas.

DUZENTOS MIL???

Quem diria, puta merda… Bom, o 200.000º visitante pode fazer a gentileza de se identificar? Posso garantir que o prêmio é legal.