Essa é pra quem, como eu, achou absurdo o carro invisível do último filme do James Bond (aliás, puta filmeco ruim sem-vergonha): Cientistas japoneses estão desenvolvendo uma nova tecnologia de camuflagem óptica que cria uma ilusão de invisibilidade. E usando o mesmo princípio explicado pelo John Cleese (ex-Monty Python e motivo pelo qual eu fui ao cinema ver o filme) ao 007. Mais detalhes aqui. (Dica do Pedro)

Eles não param de chegar. O primeiro me foi enviado pelo Drex, representando meus queridíssimos amigos do Neurônio Descontrol:

E o outro veio do Mestre Kai, leitor das antigas que infelizmente não vai poder vir:

Este post não é pra retomar a polêmica, ok? É que um monte de gente de todas as regiões do Brasil tem me mandado emails demonstrando estranhamento com a presença do purê de batatas no cachorro-quente. Proponho-me apenas a explicar o papel desse ingrediente. Vamos lá.
Quando eu era moleque, o cachorro-quente era um negócio simples. Acho que em todo lugar era igual: pão, salsicha, mostarda e (argh!) ketchup. Um ou outro vendedor mais visionário acrescentava maionese. E com o tempo outros ingredientes foram sendo acrescentados à receita: ervilhas, milho verde, batata palha, queijo ralado, catupiry, cheddar, o diabo a quatro.
Com tantos ingredientes, começou a acontecer o inevitável: Você ia comer um cachorro-quente e caía tudo. Pagava por um e comia meio, a outra metade ia pro chão.
Pois muito bem. Todo mundo sabe que São Paulo é uma cidade de concreto. Pra todo lugar que você olha vê prédios, viadutos, túneis. Influenciada pela paisagem, a população acabou desenvolvendo um tipo de raciocínio sempre baseado em estruturas de engenharia. O cachorro-quente era uma estrutura falha. Então alguém percebeu o que faltava a ele: Cimento. Era preciso cimentar o cachorro-quente. Mas como cimento deve ser um puta troço indigesto, optou-se pelo purê de batatas. Não tem gosto de nada, mas é uma maçaroca perfeita para manter o equilíbrio estrutural do cachorro-quente. Hoje em dia, aqui em São Paulo, você pode comer um cachorro-quente sem derrubar NADA no chão. Mais um triunfo da engenharia.

(Sei não, acho que foi idéia do Maluf…)

Por que especialíssimo? Porque foi meu marido que fez. Brigado, Nazareno!!!

banner_lele.jpg

A Ale acaba de me dar uma dica preciosa: Como chegar à Central das Artes de ônibus. Anotem aí:

Descer no metrô Sumaré e sair na av. Dr. Arnaldo, do lado que vai para o Sumaré e não para a av. Paulista. No viaduto, pegar o ônibus APIACAS, LAPA 856R ou o POMPEIA 478P (VIA ALFONSO BOVERO).
Não dá cinco minutos de ônibus, por isso não pode dar muita bobeira. É só pedir para o motorista parar no segundo ponto da Alfonso Bovero. Tem um Pão de Açucar na esquina com a Apinagés. É logo ali.

É bico.

Furão, marmota, é tudo roedor. Eu devia ter desconfiado, portanto: O Sr. Marmota se acha bom demais para ir à minha festa. Diz que o cachê que eu ofereci é muito baixo. É foda… Pelo menos dignou-se a enviar um banner:

Uma pena você não poder ir, cara.

E o Rubens, homem do Jogo do Eu, acaba de me mandar os banners que estão rodando o mundo através do sistema de trocas de banners. Agora é que a festa lota de vez…

É mole? O pessoal da Central das Artes vai me matar… LEGAL!!!

Pensei que o pessoal tivesse desistido. Já tava até triste. Mas eis que hoje recebi três banners. O primeiro do Diauspiter, que se oferece para dar carona para quem quiser:

Alguém se habilita? Melhor aceitar essa carona do que não ir. O Paulão e o Pimentta não vão à festa. Mas pelo menos mandaram seus respectivos banners:

Valeu, galera!

Não riam.
Marcurélio tá trabalhando hoje.
NÃO RIAM, PORRA!

Atenção, galera! Todos juntos comigo!
.
.
UM!
.
.
DOIS!
.
.
TRÊS!
.
.
ACIONAR MÓDULO DE IRONIA!

Pronto? Todo mundo com o módulo acionado? Ah, bom. Agora posso voltar a escrever.