Pain lies on the riverside
Faz tempo que não rola uma musiquinha por aqui, né? Cês tavam sentindo falta?
— Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao!
Hehehe. Sempre a mesma gracinha. Ouçam aí toda a bossa e a sensualidade deste que vos fala:
Faz tempo que não rola uma musiquinha por aqui, né? Cês tavam sentindo falta?
— Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao!
Hehehe. Sempre a mesma gracinha. Ouçam aí toda a bossa e a sensualidade deste que vos fala:
Mais uma foto do aniversário. O dia foi perfeito, exceto pelo bolo. Não que estivesse ruim. É que eu não gosto mesmo de bolo. Tanto que no meu aniversário de 5 anos pedi pra minha mãe fazer um PUDIM de aniversário. Porque pudim é gostoso.

E hoje eu estava pensando… Esse meu aniversário foi muito legal, movimentou toda a família e a vizinhança. Foi a única festa de aniversário de verdade que eu tive antes dos 18 anos. Todo mundo estava muito feliz nesse dia, principalmente eu (claro) e meus pais. Tão felizes estavam eles que nove meses depois, em fevereiro de 1980, nasceu o Beto-Tatoo. Coincidência?
O Sr. Ney Japonês veio aqui me sacanear perguntando quantas versões de “It’s raining men” eu tenho. Eu até daria uma resposta atravessada, mas vejam minha situação: O cara é manchete da Folha direto! Já foi citado pelo Clóvis Rossi uma caralhada de vezes! Ney Japonês é o cara!
A senhorita Daniela Abade pediu para eu estar avisando que o Mundo perfeito está mudando para o Terra. Durante esse período de mudança, algumas pessoas não vão estar conseguindo entrar no site normalmente. Se isso estiver acontecendo, basta estar limpando o cache, ou estar digitando http://www.mundoperfeito.terra.com.br.
Não gosto de gerúndios, mas a Dani insistiu para que eu estivesse dando o recado assim, porque ela acha que dessa forma estaria emprestando um certo ar de comunicado oficial à coisa toda.
Caraca! Demorô pra botar o Amarula com Sucrilhos ali nos “Profetas”. Só o post É proibido ser gordo já vale por um manifesto.
Turn me loose from your hands
Let me fly to distant lands
Over green fields, trees and mountains
Flowers and forest fountains
Home along the lanes of the skyway
For this dark and lonely room
Projects a shadow cast in gloom
And my eyes are mirrors
Of the world outside
Thinking of the way
That the wind can turn the tide
And these shadows turn
From purple into grey
For just a Skyline Pigeon
Dreaming of the open
Waiting for the day
He can spread his wings
And fly away again
Fly away skyline pigeon fly
Towards the dreams
You’ve left so very far behind
Just let me wake up in the morning
To the smell of new mown hay
To laugh and cry, to live and die
In the brightness of my day
I want to hear the pealing bells
Of distant churches sing
But most of all please free me
From this aching metal ring
And open out this cage towards the sun
(Elton John/Bernie Taupin)
* Viado é teu pai
Cá estou eu, esquentando a cabeça por causa de uma porra de central telefônica que não é minha. Quando voltar a funcionar (provavelmente tarde da noite), nem um “obrigado”, mesmo que insincero, vou ouvir. Não vale a pena. Nada disso vale a pena.
Estou com quase trinta anos. Olho para trás e não há nada. A pergunta é a mesma de todos os dias: O que é que eu estou fazendo da minha vida?
A Bárbara acaba de me dizer que o mano lá dos Bee Gees não está mais staying alive.
Vamos ver o que acontece com ela…
Hoje vou almoçar salada e frango grelhado. E começar um tratamento dentário sério. Amanhã me matriculo na autoescola (me cobrem essa, por favor).
Marcurélio 2003. Irreconhecível.