P-Porra!

A-aê, m-meu po-povo. T-tá f-f-fo-foda e-esse n-ne-negócio de f-ficar fa-fazendo as f-falas do M-M-Moisés…
É sério. Às vezes tô escrevendo um negócio nada a ver e começo a repetir as letras e enfiar uns hífens. SOCORRO!

blogger.com.br

Eu ia falar sobre mais essa intromissão da Globo no mundo das coisas legais, mas o Jaime já o fez, com o esmero de sempre. Leiam.

Caralho!

O Hélio descobriu meu segredo. Leiam lá no blog dele, o cara é foda.

Relaxo

Tem mais fansign pra postar. Mas eu sou burro e deixei tudo no micro de casa. Me perdoem, por favor.

Presentes

Recebi dois presentes muito legais:


A Vênus me mandou esse. Ela é essa menina aí na bicicleta. Bonita, né? Hum.


Fazia tempo que o Videres, meu fã número 1, não mandava nada. Já estava ficando preocupado. Mas agora ele até se deu ao trabalho de pegar essa foto minha com a Luana e fazer uma montagem com a capa da Contigo. Ficou legal bragarai. Ah, em breve teremos blog novo do Videres por aí. Aguardem, vai ser uma tosqueira só.

Dica

Assistam ao Horário Eleitoral Gratuito sem som. Reparem no Ciro Gomes. Ele às vezes dá umas cabeceadas pra trás, leva o queixo quase até o ombro, volta. Tudo muito rápido. Dá medo.

Marcurélio bobão

Às vezes eu estou na rua, no ônibus, no trabalho ou no banheiro, e me lembro de alguma coisa que me faz rir sozinho feito um babaca. Um exemplo: As coreografias alternativas de Rafael Capanema para YMCA. Vocês precisam ver isso.

Leis a respeito de roubos e prejuízos

— Hum. Onde é que eu estava mesmo, Moisés? Já falei aquele lance do boi chifrador?
— J-já.
— Ok, então agora vou te passar as leis para roubo e prejuízo. Começando pelo mais simples: Se alguém roubar um boi ou uma ovelha, e matar ou vender o animal, vai pagar cinco bois ou quatro ovelhas, segundo o caso.
— Q-que po-porra de c-critério é e-esse?
— Ah, sei lá, inventei agora.
— E é s-só p-pra bo-boi e o-ovelha? E s-se o ca-cara r-roubar, s-sei lá, um ju-jumento?
— Bah! Se eu começar a ser muito específico, a gente não sai mais daqui. “Ah, se o cara roubar uma zebra branca com listras pretas a pena é tal, mas se for uma zebra preta de listras brancas, vai pagar assim-assim”. Mas você que sabe, eu tenho a eternidade pela frente, não tenho pressa…
— D-deixa p-pra lá.
— Muito bem, então vamos tocar o barco: Se o cara não tiver como pagar pelo roubo, vai ser vendido como escravo pra pagar. Mau negócio, hein? Agora, se o animal roubado for encontrado vivo com ele, a pena é mais branda: Paga só dois por um, seja boi ou ovelha.
— E ze-zebra?
Numfode… Deixa eu continuar, que tem coisa pra caralho. Próximo artivo, deixa eu ver… Hum. Se um ladrão entrar à noite e for morto pelo dono da casa, o que matou não será culpado pela morte do ladrão. Mas se isso for durante o dia, o dono da casa será culpado de assassinato.
— U-ué, qual a d-diferença?
— Porra, o cara que vai assaltar à luz do dia, além de ladrão é burro. Juntar a isso a condição de morto não vai ser nada bom para o currículo dele. Então tenho que dar um jeito de proteger o coitado. Bom, essa parte aí de roubos já tá beleza. Agora os prejuízos: Se algum zé mané irresponsável deixar os animais dele pastando num campo ou plantação alheios, vai pagar o prejuízo com o que tiver de melhor no próprio campo ou plantação. O mesmo acontecerá para alguém que acender uma fogueira, o fogo se espalhar e queimar plantações alheias. Hum, deixa eu pensar em outro caso… Ah, suponha que alguém recebeu dinheiro ou objetos de outra pessoa para guardar. Muito bem. Aí vem o ladrão e rouba. Se o ladrão for pego, beleza, pagará em dobro o que roubou. Agora, se não acharem o mequetrefe, o cara que era responsável pelo que foi roubado será levado ao lugar de adoração para jurar que não roubou nada.
— L-lugar de a-adoração? Q-que l-lugar de a-adoração?
— Ah, um lance aí que eu tô aprontando. Depois eu te falo, tá na prancheta ainda. Vamos manter o foco no nosso assunto aqui, beleza? Então. Essa lei que eu acabei de falar também serve para animais.
— P-para a-animais? T-tipo, s-se a v-vaca g-guardar o d-dinheiro do j-jumento?
— Não se faz de burro, Moisés. Tô falando de quando um cara pega um animal emprestado de outro cara. Vale a mesma lei do dinheiro e dos objetos, com um detalhe a mais: Se o animal adoecer e morrer na ausência do dono, o cara que tinha pegado o bicho emprestado vai pagar. No entanto, se o bicho adoecer e morrer na presença do dono, ou for morto por animais selvagens, o cara não paga nada. No caso de ser um animal alugado, só paga o aluguel. Que mais, que mais… Hum. Ah, Moisés, pode ir.
— P-posso ir e-embora???
— Pode ir pegar mais uma cerveja. Rá! Falta muito ainda, véio. E vai rápido, que é pra eu começar a te falar das leis morais e religiosas.
— P-putz…
— Reclama não, Moisés, essa parte é legal. Bota um pouco de cerveja aqui no meu copo, só pra molhar as palavras. Aê, tá bom. Vamos lá…

TINHA POST NOVO, MAS EU

TINHA POST NOVO, MAS EU PERDI METADE DAQUELA PORRA! NÃO ME ENCHAM O SACO!!!

EI!

Pelo amor do Conselho Consultivo, que porra vocês estão fazendo aqui??? Vão para o fale com deus AGORA! O último post do cara tá muito foda.